terça-feira, 26 de maio de 2015

domingo, 3 de maio de 2015

Razões morais para incrementar



A incapacidade é uma condição em que há dano para a pessoa, que pode ser de natureza física ou mental. Uma incapacidade é uma desvantagem. Mas, como se poderia pensar, não é uma desvantagem em relação às condições do ser humano típico — é antes uma desvantagem em relação a qualquer alternativa relevante.

O problema da definição de arte - teorias


Vermeer, A Leiteira  (1688)

O problema da definição de arte - aqui

A teoria da arte como imitação/representação - aqui

Teoria da arte como expressão - aqui

Teoria da arte como forma significante - aqui



O que é a arte? Três teorias sobre um problema central da estética - Crítica

TEORIA DA ARTE COMO IMITAÇÃO

Esta é uma das mais antigas teorias da arte. Foi, aliás, durante muito tempo aceite pelos próprios artistas como inquestionável. A definição que constitui a sua tese central é a seguinte:

domingo, 26 de abril de 2015

Cantigas do Maio - José Afonso


Orientações 5º Teste (Global)






Textos/ Sínteses/ Esquemas/ Links

O desenvolvimento da ciência - Popper e Kuhn





A mistura de fatores objetivos e subjetivos na escolha das teorias




 (…) Mas devemos ir além da lista de critérios partilhados para as características dos indivíduos que fizeram a escolha. Quer dizer, há que lidar com características que variam de um cientista para outro sem com isso arriscar minimamente a sua aderência aos cânones que tornam científica a ciência. Embora tais cânones existam e devam ser descobertos (sem dúvida, os critérios de escolha com que comecei estão entre eles), não são por si suficientes para determinar as decisões dos cientistas individuais. Para esse propósito, os cânones partilhados devem estudar-se de maneiras que diferem de um indivíduo para outro.

A incomensurabilidade dos paradigmas



À semelhança da escolha entre instituições políticas rivais, a que se verifica entre paradigmas rivais revela ser uma escolha entre modos de vida comunitária incompatíveis. Devido a este caráter, a escolha não é, nem pode ser, determinada meramente pelos procedimentos de avaliação característicos da ciência normal, pois estes dependem, em parte, de um paradigma específico, e esse paradigma está em causa.

A evolução da ciência segundo Kuhn




A ciência normal, a atividade em que, inevitavelmente, a maioria dos cientistas consome quase todo o seu tempo, constitui-se na suposição de que a comunidade científica sabe como é o mundo. Grande parte do êxito da pesquisa deve-se ao facto da comunidade se encontrar disposta a defender essa suposição, mesmo que seja necessário pagar um preço elevado. A ciência normal, por exemplo, suprime frequentemente inovações fundamentais, devido a permanecerem demasiado subversivas relativamente às suas crenças habituais.

As revoluções científicas e as revoluções políticas


25 de Abril de 1974


segunda-feira, 13 de abril de 2015

O problema da natureza dos juízos estéticos


Vermeer

A atitude estética


Van Gogh

A atitude estética, ou a «forma estética de contemplar o mundo», é geralmente contraposta à atitude prática, na qual só interessa a utilidade do objecto em questão. O verdadeiro negociante de terrenos que contempla uma paisagem só a pensar no possível valor monetário do que vê não está a contemplar esteticamente a paisagem.

domingo, 12 de abril de 2015

crítica libertarista de Nozick


António Berni

Pensar que a tarefa de uma teoria distributiva da justiça é preencher o espaço em branco em «a cada um de acordo com o seu ___» é estar predisposto a procurar um padrão; e o tratamento separado de «de cada um de acordo com o seu___» encara a produção e a distribuição como dois assuntos separados e independentes.

Billie Holiday - All of me




Sugestão musical para este domingo

A perspetiva de Popper sobre o desenvolvimento da ciência



O cientista individual pode desejar estabelecer a sua teoria em vez de refutá-la. Mas, do ponto de vista do progresso da ciência, esse desejo pode induzi-lo seriamente em erro. Mais ainda, se não examinar a sua teoria preferida de modo crítico, outros o farão por ele. 

O critério da demarcação



Magritte
As teorias científicas estão formuladas em termos precisos, e por isso conduzem a previsões definidas. As leis de Newton, por exemplo, dizem-nos exactamente onde certos planetas aparecerão em certos momentos. Popper chama a isto o "problema da demarcação" — qual é a diferença entre a ciência e outras formas de crença? A sua resposta é que a ciência, ao contrário da superstição, pelo menos é falsificável, mesmo que não possa ser provada. E isto significa que, se tais previsões fracassarem, poderemos ter a certeza de que a teoria que está por detrás delas é falsa.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

J.S.Bach - Matthäus-Passion



A perspetiva falsificacionista de popper






O falsificacionismo - aqui
O falsificacionismo: conjetura e refutação - aqui
A perspetiva falsificacionista - aqui 

A perspetiva de Karl Popper é que a ciência, em vez de progredir através de teorias que são confirmadas indutivamente, progride na verdade através de teorias que são falsificadas por raciocínio dedutivo.

Como procedem os cientistas para conhecer a realidade?


Vermeer

Esquema/síntese - Indutivismo, método hipotético-dedutivo e falsificacionismo -aqui

quinta-feira, 2 de abril de 2015

O problema da indução



O problema da indução - aqui

Tentativas de solução ao problema da indução - aqui

De acordo com uma tese amplamente aceite – e que aqui oporemos -, as ciências empíricas podem caracterizar-se pelo facto de empregarem os chamados métodos indutivos. Segundo esta perspetiva, a lógica da investigação científica seria idêntica à lógica indutiva, ou seja, à análise lógica de tais métodos indutivos.

A perspetiva indutivista do método científico



Segundo a perspetiva indutivista do método científico, a ciência começa com a observação e  as inferências indutivas  permitem progredir dos enunciados singulares aos enunciados gerais,  leis e teorias científicas. 

Ciência e senso comum - continuidade ou rutura?



DO SENSO COMUM À CIÊNCIA - AQUI
CIÊNCIA E SENSO COMUM - AQUI

[...] Pareceu-nos sempre cada vez mais claro, no decorrer dos nossos estudos, que o espírito científico contemporâneo não podia ser colocado em continuidade com o simples bom senso, que este novo espírito científico representava um jogo mais arriscado, que ele formulava teses que, inicialmente, podem chocar o senso comum.

Véu de ignorância



Suponhamos que, num futuro não muito distante, deixa de haver oferta de árbitros de futebol. (…) Para muitos jogos, torna-se impossível descobrir um árbitro neutro. Suponhamos que foi isto que se passou no jogo entre o Futebol Clube do Porto e o Benfica e suponhamos também que o único árbitro qualificado a assistir ao desafio é o presidente do Futebol Clube do Porto.

A Teoria da Justiça de Rawls



A JUSTIÇA COMO EQUIDADE (SÍNTESES/ ESQUEMAS/ LINKS)

segunda-feira, 16 de março de 2015

Debate inter-turmas na Semana Cultural da ESDJII



"Oficina de Ideias" na Semana Cultural da ESDJII



Exposição de Livros e Guiões de Exploração/Exercícios/ Planos de Discussão, do Projeto Oficina de Ideias, da professora Maria do Céu Oliveira,  com a participação das monitoras - Ana Aires Breysse ( Projeto "Livres Pensadores" - Filosofia Aplicada) e Joana Rita Sousa (Projeto "Filosofia com Crianças")

segunda-feira, 9 de março de 2015

O Princípio do Dano



É o princípio de que o único fim para o qual as pessoas têm justificação, individual ou coletivamente, em interferir na liberdade de ação de outro, é a autoproteção. É o princípio de que o único fim em função do qual o poder pode ser corretamente exercido sobre qualquer membro de uma comunidade civilizada, contra a sua vontade, é o de prevenir dano a outros.

sábado, 7 de março de 2015

Do senso comum à ciência



Uma característica notável de muita da informação que adquirimos através da experiência comum é que, embora ela possa ser suficientemente precisa dentro de certos limites, raramente é acompanhada por qualquer explicação que nos diga por que se deram certos factos alegados.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Ética com Razões



Título: Ética com Razões
Autor: Pedro Galvão
Editora: Fundação Francisco Manuel dos Santos

Neste interessante livro de Pedro Galvão (autor dos nossos manuais de 10º e 11º anos) são discutidos, de forma muito clara, problemas como o aborto, a eutanásia e os direitos dos animais.

"A MINHA ESCOLA É UM MUSEU"


Velásquez, Las meninas

Reproduções de duas dezenas de obras da coleção permanente do Museu do Prado, em Madrid, Espanha, integram uma exposição patente na nossa escola - Escola Secundária D. João II -  de 26 de fevereiro a 5 de março.


Orientações 4º Teste




Preparação 4º teste 11º ano

Matriz, Links úteis

Orientações 4º teste




Preparação 4º teste 10º ano

Matriz, Links úteis

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

O problema do mundo exterior


Matisse
É uma questão de facto se as percepções dos sentidos são produzidas por objetos externos, a elas semelhantes: como irá decidir-se tal questão?

O inato e o a priori



É importante notar que o tópico do inatismo é distinto da questão do a priori. O inatismo não diz respeito à justificação; é apenas uma noção temporal que tem que ver com a questão de perceber se certos conceitos, crenças ou capacidades são possuídos à nascença. A categoria do a priori, no entanto, destaca as verdades em que temos justificação para acreditar sem atendermos à nossa experiência.

A ideia de conexão necessária


Magritte
Quando olhamos para os objetos exteriores à nossa volta e consideramos a operação das causas, nunca somos capazes de identificar, num caso singular, qualquer poder ou conexão necessária, qualquer qualidade que ligue o efeito à causa e torne o primeiro uma consequência infalível da segunda.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Crime e castigo



Por um lado temos uma velha estúpida sem préstimo, uma nulidade, maldosa e doente, inútil para toda a gente, ou antes, que prejudica toda a gente, que nem sabe, ela própria por que vive (…) Por outro lado, temos forças jovens, frescas, que se perdem inutilmente por falta de apoio, há milhares de jovens desses por todo o lado! Já viste que se podiam fazer cem, mil boas iniciativas com o dinheiro da velha (…).

O problema da previsão das consequências





Os defensores da utilidade também são frequentemente chamados a responder a objeções como esta – que antes da ação, não há tempo para calcular e pesar os efeitos de qualquer linha de conduta na felicidade geral. Isto é exactamente como se alguém dissesse que é impossível guiar a nossa conduta pelo cristianismo, já que sempre que tenho de fazer alguma coisa, não há tempo para ler todo o Antigo e o Novo Testamento. A resposta à objeção é que tem havido muito tempo, nomeadamente todo o passado da espécie humana.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Críticas ao Utilitarismo








               Texto: Objeções ao utilitarismo de Mill



 Dificuldades de cálculo

Apesar dos princípios utilitaristas parecerem apelativos, há muitas dificuldades que se levantam quando tentamos coloca-los em prática.
É extremamente difícil medir a felicidade de pessoas diferentes. Quem decidirá se o enorme prazer do sádico ultrapassa ou não o sofrimento da sua vítima? Ou como se compara o prazer que um entusiasta de futebol tem quando a sua equipa marca um golo brilhante com as deleitosas vibrações de um devoto da ópera que ouve uma ária favorita? E como se comparam estes tipos de prazer com sensações de caráter mais físico, tais como as que se obtêm com o sexo e a alimentação?

Casos problemáticos

Outra objeção ao utilitarismo defende que este pode justificar muitas ações que habitualmente são consideradas imorais. Por exemplo, se pudesse mostrar-se que enforcar publicamente um inocente teria o efeito benéfico direto de reduzir os crimes violentos, por atuar como um fator de dissuasão, causando assim, no cômputo geral, mais prazer que dor, então o utilitarista seria obrigado a dizer que enforcar o inocente era a coisa moralmente correta a fazer (...).

                                   Nigel Warburton, Elementos Básicos de Filosofia

                Questões:
                1. Quais as objeções ao utilitarismo que o texto refere?
             

                A objeção da máquina de experiências


Esta objeção foi formulada pelo filósofo Robert Nozick. Imagina que tens à tua disposição um computador capaz de te fornecer todas as experiências que mais desejas. Passarás a ser uma pessoa absolutamente feliz e não alguém que ora sente alegria e entusiasmo pela vida, ora tristeza e tédio. A tua felicidade não terá interrupções. Mas tens de escolher entre ligar-te à máquina de experiências ou prosseguir a vida que já tens. Lembra-te que, se o fizeres, poderás viver a ilusão de seres, por exemplo, um ídolo pop, um revolucionário que transforma o mundo num lugar perfeito ou até um jogador de futebol milionário, informado e com gosto. Qual é a tua escolha?
Se o utilitarismo de Mill for verdadeiro, a escolha certa é estabelecer a ligação à máquina. Mas muito provavelmente não vais ser capaz de esquecer o valor que tem o facto de viveres uma vida real e dar o salto para a doce ilusão. Parece claro que fazer certas coisas tem valor para além do sentimento de felicidade que produz em ti. Não queres perder a autonomia e a realidade de fazer as coisas. Isto é eticamente crucial e está acima da felicidade.
                                       Faustino Vaz, A máquina de experiências in crítica
               
                Questões:
                1. O que mostra a objeção da máquina de experiências?

                



1. 
Exigências excessivas

  • Toda a ética se resume à beneficência – devemos fazer tudo para promover a felicidade geral.
  • Viveríamos quase em função do interesse dos outros.
  • É aceitável dedicarmo-nos a atividades e projetos que não contribuem para o bem-estar geral (ir ao cinema, tirar um curso…).

Dificuldades de cálculo
  • É muito difícil medir a felicidade de pessoas diferentes.
  • Como se comparam prazeres como assistir a um jogo de futebol ou assistir a uma ópera num conjunto de pessoas diferentes?
Consequências moralmente indesejáveis
  • Mesmo agindo de modo a produzir mais prazer que dor geral, há atos que são sempre moralmente indesejáveis e nunca podem ser considerados moralmente corretos (matar um inocente).









quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Questões de facto e relação de causalidade




Todos os raciocínios relativos aos factos parecem fundar-se na relação de causa e efeito. Só mediante esta relação podemos ir além do testemunho da nossa memória e dos nossos sentidos. Se perguntássemos a um homem porque acredita ele em alguma questão de facto  que está ausente, por exemplo, que o seu amigo está no campo ou na França, fornecer-nos-ia uma razão e esta razão seria algum outro facto, como uma carta dele recebida ou o conhecimento das suas antigas resoluções e promessas.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Relações de ideias e questões de facto


Klee
RELAÇÕES DE IDEIAS E QUESTÕES DE FACTO - ESQUEMA/ SÍNTESE -AQUI

Todos os objectos da razão ou investigação humanas podem naturalmente dividir-se em duas classes, a saber, Relações de Ideias e Questões de Facto.

Conteúdos da mente: impressões e ideias


Matisse

ESQUEMA/ SÍNTESE - CONTEÚDOS DA MENTE - AQUI

Podemos aqui, portanto, dividir todas as perceções da mente em duas classes ou espécies, que se distinguem pelos seus diferentes graus de força e vivacidade. As que são menos fortes e vividas são geralmente chamadas pensamentos ou ideias.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Princípios secundários


Klee




       

              Texto: Princípios Secundários



Os defensores da utilidade são frequentemente chamados a responder a objeções como esta – que antes da ação, não há tempo para calcular e pesar os efeitos de qualquer linha de conduta na felicidade geral. Isto é exatamente como se alguém dissesse que é impossível guiar a nossa conduta pelo cristianismo, já que, sempre que tenha de se fazer alguma coisa, não há tempo para ler todo o antigo testamento.
A resposta a esta objeção é que tem havido muito tempo, nomeadamente todo o passado da espécie humana. Ao longo de todo este tempo, a humanidade tem vindo a descobrir tendências das ações através da experiência, dependendo dessa experiência toda a prudência, bem como toda a moralidade da vida. As pessoas falam como se o começo deste curso de experiência tivesse sido posto de parte até aqui, e como se, no momento em que um homem se sente tentado a intrometer-se na propriedade ou na vida de outro, tivesse de começar a considerar pela primeira vez se o assassínio ou o roubo são prejudiciais para a felicidade humana. (…) É estranho pensar que um primeiro princípio é inconsistente com a aplicação de princípios secundários. Informar um viajante sobre o lugar do seu destino último não é proibir o uso de pontos de referência e de sinais pelo caminho. A proposição de que a felicidade é o fim e o objetivo da moralidade não significa que não se possa construir qualquer estrada para atingir esse objetivo, ou que as pessoas que seguem para lá não devam ser aconselhadas a seguir uma direção em vez de outra. (…) seja qual for o princípio que adotemos como princípio fundamental da moralidade, precisamos de princípios subordinados através dos quais possamos aplicá-los; a impossibilidade de passarmos sem eles, sendo comum a todos os sistemas, não pode proporcionar qualquer argumento contra um em particular (…)
                                                                       Stuart Mill, Utilitarismo

                 Questões:
                  1.  A que objeção ao utilitarismo se refere o texto?
                  2.  O que são princípios secundários?





                  Teremos de pensar sempre no princípio da maior felicidade antes de agirmos?
                  
                   Seria insensato e pouco prático:
                        -  Temos tendência para dar mais importância à nossa própria felicidade.
                        -  É muito difícil prever todas as consequências dos nossos atos.
                  Como sabemos, então, quando resulta da ação a maior felicidade geral?



Princípios secundários:
  • São princípios que, segundo o que a experiência tem mostrado, conduzem geralmente a boas consequências.
  • São bastante fáceis de aplicar.

Ex. Não devemos maltratar inocentes.





Utilitarismo


Renoir
Os utilitaristas sustentam que há um princípio que resume todos os nossos deveres morais. O princípio moral fundamental é o de que devemos fazer aquilo que produza os maiores benefícios possíveis para todos os que serão afectados pela nossa ação.

Este «princípio da utilidade» é enganosamente simples. Na verdade, é uma combinação de três ideias. 

Utilitarismo - uma ética consequencialista




O utilitarismo é o tipo mais bem conhecido de teoria ética consequencialista. Os seus mais famosos defensores foram Jeremy Bentham (1748-1832) e John Stuart Mill (1806-1873). O utilitarismo baseia-se no pressuposto de que o objetivo último de toda a atividade humana é (num certo sentido) a felicidade. Esta perspetiva é conhecida como hedonismo.

O Utilitarismo é um tipo de Consequencialismo




O Princípio da Maior Felicidade

O utilitarismo é um tipo de ética consequencialista. O seu princípio básico, conhecido como o Princípio da Utilidade ou da Maior Felicidade, é o seguinte: a acção moralmente certa é aquela que maximiza a felicidade para o maior número. E deve fazê-lo de uma forma imparcial: a tua felicidade não conta mais do que a felicidade de qualquer outra pessoa.

Utilitarismo


Matisse
O credo que aceita a utilidade, ou o Princípio Moral da maior Felicidade, como fundamento da moralidade, defende que as ações estão certas na medida em que tendem a promover a felicidade, erradas na medida em que tendem a reproduzir o inverso da felicidade. Por felicidade entende-se o prazer e a ausência de dor; por infelicidade, a dor e a privação de prazer.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...