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terça-feira, 23 de abril de 2019
segunda-feira, 11 de março de 2019
domingo, 4 de março de 2018
O Princípio da Maior Felicidade

O problema da justiça social
A posição original e o véu de ignorância
Os princípios da justiça
Críticas ao utilitarismo - aqui
sábado, 27 de janeiro de 2018
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
O Utilitarismo de Mill

O princípio da maior felicidade (texto/ esquema-síntese/ questões)- aqui
O hedonismo qualitativo de Mill (texto/ esquema-síntese)- aqui
Críticas ao utilitarismo (texto/ esquema-síntese)- aqui
Princípios secundários (texto/ esquema-síntese)- aqui
O utilitarismo é um tipo de consequencialismo (texto)- aqui
O utilitarismo - uma ética consequencialista (texto)- aqui
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Utilitarismo - o princípio da maior felicidade
Matisse
O
credo que aceita a utilidade, ou o Princípio Moral da maior Felicidade,
como fundamento da moralidade, defende que as ações estão certas na
medida em que tendem a promover a felicidade, erradas na medida em que
tendem a reproduzir o inverso da felicidade. Por felicidade entende-se o
prazer e a ausência de dor; por infelicidade, a dor e a privação de
prazer.
Críticas ao utilitarismo - aqui
O princípio da maior felicidade - aqui
Princípios secundários - aqui
O utilitarismo é um tipo de consequencialismo - aqui
O utilitarismo - uma ética consequencialista - aqui
O hedonismo qualitativo de Mill
Matisse
Texto: O hedonismo qualitativo de Mill
Se me perguntarem o que
entendo pela natureza qualitativa dos prazeres, ou por aquilo que torna um
prazer mais valioso que outro, simplesmente enquanto prazer e não por ser
maior em quantidade, só há uma resposta possível. De dois prazeres, se houver
um ao qual todos ou quase todos aqueles que tiveram a experiência de ambos
darem uma preferência decidida, independentemente de sentirem qualquer
obrigação moral para o preferis, então será esse o prazer mais desejável. (…)
Ora, é um facto inquestionável
que aqueles que estão igualmente familiarizados com ambos, e que são
igualmente capazes de os apreciar e de se deleitar com eles, dão uma
preferência muitíssimo marcada ao modo de existência que emprega as suas
faculdades superiores. Poucas criaturas humanas consentiriam em ser
transformadas em qualquer dos animais inferiores perante a promessa de plena
fruição dos prazeres de uma besta, nenhum ser humano inteligente consentiria
tornar-se tolo, nenhuma pessoa instruída se tornaria ignorante, nenhuma pessoa
de sentimento e consciência se tornaria egoísta e vil, mesmo que a
persuadissem de que o tolo, o asno e o velhaco estão mais satisfeitos com a
sua sorte do que ela com a sua (…) Quem supõe que esta preferência implica um
sacrifício da felicidade – que, em igualdade de circunstâncias, o ser
superior não é mais feliz do que o inferior – confunde as ideias muito
diferentes de felicidade e de contentamento. (...) É melhor ser um ser humano
insatisfeito do que um porco satisfeito; é melhor ser Sócrates insatisfeito
do que um tolo satisfeito. E se o tolo ou o porco têm uma opinião diferente é
porque só conhecem o seu próprio lado da questão. A outra parte da comparação
conhece ambos os lados.
Stuart
Mill, Utilitarismo
|
Questões:
1. Distinga o hedonismo qualitativo de Mill do hedonismo quantitativo de Bentham.
2. O que são, segundo Mill, prazeres superiores e inferiores?
3. Como sabemos que os prazeres intelectuais são superiores aos prazeres de comer e dormir?
Questões:
1. O que mostra a objeção da máquina de experiências?
1. Distinga o hedonismo qualitativo de Mill do hedonismo quantitativo de Bentham.
2. O que são, segundo Mill, prazeres superiores e inferiores?
3. Como sabemos que os prazeres intelectuais são superiores aos prazeres de comer e dormir?
A objeção ao hedonismo: a máquina de experiências
Esta objeção foi formulada pelo filósofo Robert Nozick. Imagina que tens à tua disposição um computador capaz de te fornecer todas as experiências que mais desejas. Passarás a ser uma pessoa absolutamente feliz e não alguém que ora sente alegria e entusiasmo pela vida, ora tristeza e tédio. A tua felicidade não terá interrupções. Mas tens de escolher entre ligar-te à máquina de experiências ou prosseguir a vida que já tens. Lembra-te que, se o fizeres, poderás viver a ilusão de seres, por exemplo, um ídolo pop, um revolucionário que transforma o mundo num lugar perfeito ou até um jogador de futebol milionário, informado e com gosto. Qual é a tua escolha?
Se o utilitarismo de Mill for verdadeiro, a escolha certa é estabelecer a ligação à máquina. Mas muito provavelmente não vais ser capaz de esquecer o valor que tem o facto de viveres uma vida real e dar o salto para a doce ilusão. Parece claro que fazer certas coisas tem valor para além do sentimento de felicidade que produz em ti. Não queres perder a autonomia e a realidade de fazer as coisas. Isto é eticamente crucial e está acima da felicidade.
Faustino Vaz, A máquina de experiências in crítica
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Questões:
1. O que mostra a objeção da máquina de experiências?
Jeremy Bentham
Hedonismo quantitativo
O valor intrínseco de um prazer depende apenas da sua duração e intensidade
Stuart Mill
Hedonismo qualitativo
O valor intrínseco de um prazer depende da sua qualidade
Hedonismo quantitativo
(Jeremy Bentham)
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Hedonismo qualitativo
(Stuart Mill)
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O valor intrínseco de um prazer depende apenas da sua duração e intensidade
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O valor intrínseco de um prazer depende sobretudo da sua qualidade.
Distinção entre prazeres inferiores (comuns aos animais) e prazeres superiores, (resultantes das capacidades intelectuais)
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domingo, 17 de janeiro de 2016
A ética deontológica de Kant
BOA VONTADE
AÇÕES POR DEVER E AÇÕES EM CONFORMIDADE COM O DEVER
A RELAÇÃO ENTRE O DEVER E A LEI MORAL
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
O problema da previsão das consequências
Os defensores da utilidade também são frequentemente chamados a responder a objeções como esta – que antes da ação, não há tempo para calcular e pesar os efeitos de qualquer linha de conduta na felicidade geral. Isto é exactamente como se alguém dissesse que é impossível guiar a nossa conduta pelo cristianismo, já que sempre que tenho de fazer alguma coisa, não há tempo para ler todo o Antigo e o Novo Testamento. A resposta à objeção é que tem havido muito tempo, nomeadamente todo o passado da espécie humana.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Críticas ao Utilitarismo
Texto: Objeções ao utilitarismo de Mill
Dificuldades de cálculo
Apesar dos princípios
utilitaristas parecerem apelativos, há muitas dificuldades que se levantam
quando tentamos coloca-los em prática.
É extremamente difícil medir a
felicidade de pessoas diferentes. Quem decidirá se o enorme prazer do sádico
ultrapassa ou não o sofrimento da sua vítima? Ou como se compara o prazer que
um entusiasta de futebol tem quando a sua equipa marca um golo brilhante com
as deleitosas vibrações de um devoto da ópera que ouve uma ária favorita? E
como se comparam estes tipos de prazer com sensações de caráter mais físico,
tais como as que se obtêm com o sexo e a alimentação?
Casos problemáticos
Outra objeção ao utilitarismo defende que este pode justificar
muitas ações que habitualmente são consideradas imorais. Por exemplo, se
pudesse mostrar-se que enforcar publicamente um inocente teria o efeito
benéfico direto de reduzir os crimes violentos, por atuar como um fator de
dissuasão, causando assim, no cômputo geral, mais prazer que dor, então o
utilitarista seria obrigado a dizer que enforcar o inocente era a coisa
moralmente correta a fazer (...).
Nigel Warburton, Elementos Básicos de Filosofia |
Questões:
1. Quais as objeções ao utilitarismo que o texto refere?
A objeção da máquina de experiências
|
Esta objeção foi formulada pelo
filósofo Robert Nozick. Imagina que tens à tua disposição um computador capaz
de te fornecer todas as experiências que mais desejas. Passarás a ser uma
pessoa absolutamente feliz e não alguém que ora sente alegria e entusiasmo
pela vida, ora tristeza e tédio. A tua felicidade não terá interrupções. Mas
tens de escolher entre ligar-te à máquina de experiências ou prosseguir a
vida que já tens. Lembra-te que, se o fizeres, poderás viver a ilusão de
seres, por exemplo, um ídolo pop, um revolucionário que transforma o mundo
num lugar perfeito ou até um jogador de futebol milionário, informado e com
gosto. Qual é a tua escolha?
Se o utilitarismo de Mill for
verdadeiro, a escolha certa é estabelecer a ligação à máquina. Mas muito
provavelmente não vais ser capaz de esquecer o valor que tem o facto de
viveres uma vida real e dar o salto para a doce ilusão. Parece claro que
fazer certas coisas tem valor para além do sentimento de felicidade que
produz em ti. Não queres perder a autonomia e a realidade de fazer as coisas.
Isto é eticamente crucial e está acima da felicidade.
Faustino Vaz, A máquina de experiências in crítica
|
Questões:
1. O que mostra a objeção da máquina de experiências?
1.
Exigências
excessivas
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Dificuldades de cálculo
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Consequências moralmente indesejáveis
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domingo, 8 de fevereiro de 2015
Princípios secundários
Klee
Texto: Princípios Secundários
Os defensores da
utilidade são frequentemente chamados a responder a objeções como esta – que
antes da ação, não há tempo para calcular e pesar os efeitos de qualquer
linha de conduta na felicidade geral. Isto é exatamente como se alguém
dissesse que é impossível guiar a nossa conduta pelo cristianismo, já que,
sempre que tenha de se fazer alguma coisa, não há tempo para ler todo o
antigo testamento.
A resposta a esta objeção é que
tem havido muito tempo, nomeadamente todo o passado da espécie humana. Ao
longo de todo este tempo, a humanidade tem vindo a descobrir tendências das
ações através da experiência, dependendo dessa experiência toda a prudência,
bem como toda a moralidade da vida. As pessoas falam como se o começo deste
curso de experiência tivesse sido posto de parte até aqui, e como se, no
momento em que um homem se sente tentado a intrometer-se na propriedade ou na
vida de outro, tivesse de começar a considerar pela primeira vez se o
assassínio ou o roubo são prejudiciais para a felicidade humana. (…) É
estranho pensar que um primeiro princípio é inconsistente com a aplicação de
princípios secundários. Informar um viajante sobre o lugar do seu destino
último não é proibir o uso de pontos de referência e de sinais pelo caminho.
A proposição de que a felicidade é o fim e o objetivo da moralidade não
significa que não se possa construir qualquer estrada para atingir esse
objetivo, ou que as pessoas que seguem para lá não devam ser aconselhadas a
seguir uma direção em vez de outra. (…) seja qual for o princípio
que adotemos como princípio fundamental da moralidade, precisamos de
princípios subordinados através dos quais possamos aplicá-los; a
impossibilidade de passarmos sem eles, sendo comum a todos os sistemas,
não pode proporcionar qualquer argumento contra um em particular
(…)
Stuart
Mill, Utilitarismo
|
Questões:
1. A que objeção ao utilitarismo se refere o texto?
2. O que são princípios secundários?
1. A que objeção ao utilitarismo se refere o texto?
2. O que são princípios secundários?
Teremos de pensar sempre no princípio da maior felicidade
antes de agirmos?
Seria insensato e pouco prático:
- Temos
tendência para dar mais importância à nossa própria felicidade.
- É muito
difícil prever todas as consequências dos nossos atos.
Como sabemos, então, quando resulta da ação a maior
felicidade geral?
Princípios
secundários:
Ex. Não devemos maltratar inocentes.
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Utilitarismo
Renoir
Os utilitaristas sustentam que há um princípio que resume todos os nossos deveres morais. O princípio moral fundamental é o de que devemos fazer aquilo que produza os maiores benefícios possíveis para todos os que serão afectados pela nossa ação.
Este «princípio da utilidade» é enganosamente simples. Na verdade, é uma combinação de três ideias.
Utilitarismo - uma ética consequencialista
O utilitarismo é o tipo mais bem conhecido de teoria ética consequencialista. Os seus mais famosos defensores foram Jeremy Bentham (1748-1832) e John Stuart Mill (1806-1873). O utilitarismo baseia-se no pressuposto de que o objetivo último de toda a atividade humana é (num certo sentido) a felicidade. Esta perspetiva é conhecida como hedonismo.
O Utilitarismo é um tipo de Consequencialismo
O utilitarismo é um tipo de ética consequencialista. O seu princípio básico, conhecido como o Princípio da Utilidade ou da Maior Felicidade, é o seguinte: a acção moralmente certa é aquela que maximiza a felicidade para o maior número. E deve fazê-lo de uma forma imparcial: a tua felicidade não conta mais do que a felicidade de qualquer outra pessoa.
Utilitarismo
Matisse
O credo que aceita a utilidade, ou o Princípio Moral da maior Felicidade, como fundamento da moralidade, defende que as ações estão certas na medida em que tendem a promover a felicidade, erradas na medida em que tendem a reproduzir o inverso da felicidade. Por felicidade entende-se o prazer e a ausência de dor; por infelicidade, a dor e a privação de prazer.terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
O hedonismo qualitativo de Stuart Mill
Matisse
Se me perguntarem o que entendo pela natureza qualitativa dos prazeres, ou por aquilo que torna um prazer mais valioso que outro, simplesmente enquanto prazer e não por ser maior em quantidade, só há uma resposta possível. De dois prazeres, se houver um ao qual todos ou quase todos aqueles que tiveram a experiência de ambos darem uma preferência decidida, independentemente de sentirem qualquer obrigação moral para o preferis, então será esse o prazer mais desejável.(…)
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
O teste da universalização
Edward Hopper
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Boa Vontade
segunda-feira, 3 de março de 2014
A relação entre o dever e a lei moral
Klee
(…) Dever é a
necessidade de uma ação por respeito à lei (…)
Mas que lei pode ser
então essa, cuja representação, mesmo sem tomar em consideração o efeito que
dela se espera, tem de determinar a vontade para que esta se possa chamar boa,
absolutamente e sem restrição?
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