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quarta-feira, 10 de maio de 2017
segunda-feira, 18 de abril de 2016
domingo, 3 de abril de 2016
Objeções à perspetiva indutivista
Magritte
O tipo de enunciado observacional
efetivamente feito em ciência, como por exemplo, “a estrutura molecular da
substância foi afetada pelo calor”, pressupõe teorias bastante elaboradas.
A conceção indutivista do método científico
Magritte
Segundo
a perspetiva indutivista do método científico, a ciência começa com a
observação e as inferências indutivas permitem progredir dos
enunciados singulares aos enunciados gerais, leis e teorias
científicas.
segunda-feira, 7 de março de 2016
Conhecimento vulgar e conhecimento científico
Ciência e senso comum - continuidade e rutura - aqui
Uma
característica notável de muita da informação que adquirimos através da
experiência comum é que, embora ela possa ser suficientemente precisa
dentro de certos limites, raramente é acompanhada por qualquer
explicação que nos diga por que se deram certos factos alegados.
domingo, 26 de abril de 2015
A mistura de fatores objetivos e subjetivos na escolha das teorias
(…) Mas devemos ir além da lista de critérios partilhados para as características dos indivíduos que fizeram a escolha. Quer dizer, há que lidar com características que variam de um cientista para outro sem com isso arriscar minimamente a sua aderência aos cânones que tornam científica a ciência. Embora tais cânones existam e devam ser descobertos (sem dúvida, os critérios de escolha com que comecei estão entre eles), não são por si suficientes para determinar as decisões dos cientistas individuais. Para esse propósito, os cânones partilhados devem estudar-se de maneiras que diferem de um indivíduo para outro.
A incomensurabilidade dos paradigmas
À semelhança da escolha entre instituições políticas rivais, a que se verifica entre paradigmas rivais revela ser uma escolha entre modos de vida comunitária incompatíveis. Devido a este caráter, a escolha não é, nem pode ser, determinada meramente pelos procedimentos de avaliação característicos da ciência normal, pois estes dependem, em parte, de um paradigma específico, e esse paradigma está em causa.
domingo, 12 de abril de 2015
O critério da demarcação
Magritte
As teorias científicas estão formuladas em termos precisos, e por isso conduzem a previsões definidas. As leis de Newton, por exemplo, dizem-nos exactamente onde certos planetas aparecerão em certos momentos. Popper chama a isto o "problema da demarcação" — qual é a diferença entre a ciência e outras formas de crença? A sua resposta é que a ciência, ao contrário da superstição, pelo menos é falsificável, mesmo que não possa ser provada. E isto significa que, se tais previsões fracassarem, poderemos ter a certeza de que a teoria que está por detrás delas é falsa.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
O problema da indução
De acordo com uma tese amplamente
aceite – e que aqui oporemos -, as ciências empíricas podem caracterizar-se
pelo facto de empregarem os chamados métodos indutivos. Segundo esta
perspetiva, a lógica da investigação científica seria idêntica à lógica indutiva,
ou seja, à análise lógica de tais métodos indutivos.
sábado, 7 de março de 2015
Do senso comum à ciência
Uma característica notável de muita da informação que adquirimos através da experiência comum é que, embora ela possa ser suficientemente precisa dentro de certos limites, raramente é acompanhada por qualquer explicação que nos diga por que se deram certos factos alegados.
domingo, 25 de maio de 2014
domingo, 4 de maio de 2014
Ciência e verdade
A esta altura, percebe-se claramente a diferença entre verdade e corroboração. Apreciar um enunciado dando-o como corroborado, é também uma apreciação lógica e, portanto, intemporal; assevera que certa relação lógica está em vigor entre um sistema teorético e um sistema qualquer de enunciados básicos aceites.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
O falsificacionismo
Outra saída para o
problema da indução, pelo menos tal como ele afeta o tema do método científico,
é negar que a indução seja a base do método científico. O falsificacionismo, a
filosofia da ciência desenvolvida por Karl Popper (1902-1994), entre outros,
faz isso mesmo.
segunda-feira, 21 de abril de 2014
O problema da Indução
O sol tem nascido todos os dias,
o sol nascerá amanhã
Para saberes mais clica aqui
Alguém
pode dizer: "De facto, não podemos deduzir validamente proposições sobre o
futuro de proposições sobre o passado; isso seria uma dedução e nós não a temos
neste caso. Mas os indícios aqui são indutivos: a indução dá-nos
probabilidades, não certezas, mas diz-nos que se as pedras sempre caíram há a
probalidade, não a certeza, de que cairão amanhã." Mas isto, claro, é o
que Hume põe em questão: a aceitabilidade dos argumentos indutivos. Dizer que
há evidência indutiva de que a indução continuará a ser fiável é assumir o que
está em questão:
O problema da demarcação
Magritte
As teorias científicas estão formuladas em termos precisos, e por isso conduzem a previsões definidas. As leis de Newton, por exemplo, dizem-nos exactamente onde certos planetas aparecerão em certos momentos. Popper chama a isto o "problema da demarcação" — qual é a diferença entre a ciência e outras formas de crença? A sua resposta é que a ciência, ao contrário da superstição, pelo menos é falsificável, mesmo que não possa ser provada. E isto significa que, se tais previsões fracassarem, poderemos ter a certeza de que a teoria que está por detrás delas é falsa.
domingo, 2 de junho de 2013
Uma falácia que Popper não cometeu
Um interessante post para os alunos, no blog 50 Lições de Filosofia.
Depois um interessante e divertido diálogo sobre o falsificacionismo de Popper aqui
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