Mostrar mensagens com a etiqueta A ética de Kant. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta A ética de Kant. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 11 de março de 2019
sábado, 27 de janeiro de 2018
domingo, 17 de janeiro de 2016
A ética deontológica de Kant
BOA VONTADE
AÇÕES POR DEVER E AÇÕES EM CONFORMIDADE COM O DEVER
A RELAÇÃO ENTRE O DEVER E A LEI MORAL
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
O teste da universalização
Edward Hopper
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Boa Vontade
segunda-feira, 3 de março de 2014
A relação entre o dever e a lei moral
Klee
(…) Dever é a
necessidade de uma ação por respeito à lei (…)
Mas que lei pode ser
então essa, cuja representação, mesmo sem tomar em consideração o efeito que
dela se espera, tem de determinar a vontade para que esta se possa chamar boa,
absolutamente e sem restrição?
A intenção de cumprir o dever
Immanuel
Kant estava interessado na questão de saber o que é uma ação moral. A resposta
que deu tem sido muito importante para a filosofia. (…)
Para
Kant era óbvio que uma ação moral teria de ser executada por sentido do dever
e não apenas como resultado de uma inclinação, de um sentimento ou da
possibilidade de qualquer tipo de benefício para o seu autor.
Ações em conformidade com o dever e ações por dever
É na verdade conforme ao dever que o merceeiro
não suba os preços ao comprador inexperiente, e, quando o movimento do negócio
é grande, o comerciante esperto não faça semelhante coisa, mas mantenha um
preço fixo geral para toda a gente, de forma que uma criança pode comprar em
sua casa tão bem como qualquer outra pessoa.
domingo, 2 de março de 2014
A Boa Vontade
Van Gogh
A Ética Deontológica de Kant - Síntese aqui
Site Sebenta de Filosofia - Síntese Ética Deontológica de Kant - aqui
Neste
mundo e até também fora dele, nada é possível pensar que possa ser considerado
como bom sem limitação a não ser uma só coisa: uma Boa Vontade. Discernimento,
argúcia de espírito, capacidade de julgar e como quer que possam chamar-se os
demais talentos do espírito, ou ainda coragem, decisão, constância de
propósito, como qualidades do temperamento, são sem dúvida a muitos respeitos
coisas boas a desejáveis; mas também podem tornar-se extremamente más e prejudiciais
se a Vontade, que haja de fazer uso destes dons naturais e cuja constituição
particular por isso se chama carácter não for Boa.
domingo, 10 de março de 2013
Imperativo categórico
Como muitos outros filósofos, Kant pensava que a
moralidade pode resumir-se num princípio fundamental, a partir do qual se
derivam todos os nossos deveres e obrigações. Chamou a este princípio
«imperativo categórico». Na Fundamentação da Metafísica dos Costumes (1785)
exprimiu-o desta forma:
Age apenas segundo aquela máxima que possas ao mesmo tempo desejar que se torne
lei universal.
No entanto, Kant deu igualmente outra formulação do imperativo categórico. Mais
adiante, na mesma obra, afirmou que se pode considerar que o princípio moral
essencial afirma o seguinte:
Age de tal forma que trates a humanidade, na tua pessoa ou na pessoa de outrem,
sempre como um fim e nunca apenas como um meio.
Os estudiosos têm-se perguntado desde então por que razão pensava Kant que
estas duas regras são equivalentes. Parecem exprimir conceções morais
diferentes. Serão, como Kant pensava aparentemente, duas versões da mesma ideia
básica, ou são simplesmente ideias diferentes? Não nos vamos deter nesta questão.
Vamos, em vez disso, concentrar-nos na crença de Kant de que a moralidade exige
que tratemos as pessoas «sempre como um fim e nunca apenas como um meio». O que
significa exatamente isto, e que razão há para pensar que é verdade?
Quando Kant afirmou que o valor dos seres humanos «está acima de qualquer
preço» não tinha em mente apenas um efeito retórico, mas sim um juízo objetivo
sobre o lugar dos seres humanos na ordem das coisas. Há dois factos importantes
sobre as pessoas que apoiam, do seu ponto de vista, este juízo.
Primeiro, uma vez que as pessoas têm desejos e objetivos, as outras coisas têm
valor para elas em relação aos seus projetos. As meras «coisas» (e isto inclui
os animais que não são humanos, considerados por Kant incapazes de desejos e objetivos
conscientes) têm valor apenas como meios para fins, sendo os fins humanos que
lhes dão valor. Assim, se quisermos tornar-nos melhores jogadores de xadrez, um
manual de xadrez terá valor para nós; mas para lá de tais objetivos o livro não
tem valor. Ou, se quisermos viajar, um carro terá valor para nós; mas além de
tal desejo o carro não tem valor.
Segundo, e ainda mais importante, os seres humanos têm «um valor intrínseco,
isto é, dignidade», porque são agentes racionais, ou seja, agentes livres com
capacidade para tomar as suas próprias decisões, estabelecer os seus próprios objetivos
e guiar a sua conduta pela razão. Uma vez que a lei moral é a lei da razão, os
seres racionais são a encarnação da lei moral em si. A única forma de a bondade
moral poder existir é as criaturas racionais apreenderem o que devem fazer e,
agindo a partir de um sentido de dever, fazê-lo. Isto, pensava Kant, é a única
coisa com «valor moral». Assim, se não existissem seres racionais a dimensão
moral do mundo simplesmente desapareceria.
Não faz sentido, portanto, encarar os seres racionais apenas como um tipo de
coisa valiosa entre outras. Eles são os seres para quem as meras «coisa» têm
valor, e são os seres cujas ações conscientes têm valor moral. Kant conclui,
pois, que o seu valor tem de ser absoluto, e não comparável com o valor de
qualquer outra coisa.
Se o seu valor está «acima de qualquer preço», segue-se que os seres racionais
têm de ser tratados «sempre como um fim e nunca apenas como um meio». Isto
significa, a um nível muito superficial, que temos o dever estrito de
beneficência relativamente às outras pessoas: temos de lutar para promover o
seu bem-estar; temos de respeitar os seus direitos, evitar fazer-lhes mal, e,
em geral, «empenhar-nos, tanto quanto possível, em promover a realização dos
fins dos outros».
Mas a ideia de Kant tem também uma implicação um tanto ou quanto mais profunda.
Os seres de que estamos a falar são racionais, e «tratá-los como fins em si»
significa respeitar a sua racionalidade. Assim, nunca podemos manipular as
pessoas, ou usá-las, para alcançar os nossos objectivos, por melhores que esses
objectivos possam ser. Kant dá o seguinte exemplo, semelhante a outro que
utiliza para ilustrar a primeira versão do seu imperativo categórico: suponha
que precisa de dinheiro e quer um empréstimo, mas sabe que não será capaz de
devolvê-lo. Em desespero, pondera fazer uma falsa promessa de pagamento de
maneira a levar um amigo a emprestar-lhe o dinheiro. Poderá fazer isso? Talvez
precise do dinheiro para um propósito meritório — tão bom, na verdade, que
poderia convencer-se a si mesmo de que a mentira seria justificada. No entanto,
se mentisse ao seu amigo, estaria apenas a manipulá-lo e a usá-lo «como um
meio».
Por outro lado, como seria tratar o seu amigo «como um fim»? Suponha que dizia
a verdade, que precisava do dinheiro para um certo objetivo mas não seria capaz
de devolvê-lo. O seu amigo poderia, então, tomar uma decisão sobre o
empréstimo. Poderia exercer os seus próprios poderes racionais, consultar os
seus próprios valores e desejos, e fazer uma escolha livre e autónoma. Se
decidisse de facto emprestar o dinheiro para o objetivo declarado, estaria a
escolher fazer seu esse objetivo. Dessa forma, o leitor não estaria a usá-lo
como um meio para alcançar o seu objetivo, pois seria agora igualmente o objetivo
dele. É isto que Kant queria dizer quando afirmou que «os seres racionais […]
têm sempre de ser estimados simultaneamente como fins, isto é, somente como
seres que têm de poder conter em si a finalidade da ação».
A conceção kantiana da dignidade humana não é fácil de entender; é
provavelmente a noção mais difícil discutida neste livro. Precisamos de
encontrar uma forma de tornar a ideia mais clara. Para isso, analisaremos com
algum detalhe uma das suas aplicações mais importantes. Isto pode ser bem
melhor do que uma discussão teórica árida. Kant pensava que se tomarmos a sério
a ideia da dignidade humana seremos capazes de entender a prática da punição de
crimes de uma forma nova e reveladora. O resto deste capítulo será dedicado a
um exame deste exemplo.
A Fórmula da Lei Universal “Age apenas segundo uma máxima tal que
possas querer ao mesmo tempo que se torne lei universal”
Esta fórmula do imperativo
categórico serve para testar a correção moral das nossas máximas; se a máxima
da nossa ação se pode tornar uma norma moral universal.
A Fórmula da Humanidade “Age de tal maneira que uses a humanidade,
tanto na tua pessoa como na pessoa de outrem, sempre e simultaneamente como fim
e nunca apenas como meio”
Os seres humanos racionais têm um
valor intrínseco absoluto, incondicional e devem, por isso, ser tomados como
fins em si (pessoas) e nunca como simples meio.
Respeitar as pessoas significa trata-las
como fins em si e nunca como como meros instrumentos que nos sirvam para
atingir os nossos objectivos.
Tratar alguém como meio não é
moralmente incorreto desde que respeitemos a sua vontade (estamos
simultaneamente a trata-la como fim não como mero meio).
- Em que medida se relacionam as duas fórmulas do imperativo categórico?
- Qual a diferença entre tratar alguém como meio e mero meio?
O imperativo categórico da ética deontológica de Kant
- Em que medida se relacionam as duas fórmulas do imperativo categórico?
- Qual a diferença entre tratar alguém como meio e mero meio?
A FÓRMULA DA LEI UNIVERSAL
|
“Age apenas segundo uma máxima tal que possas querer ao mesmo tempo que
se torne lei universal”
Uma ação é moralmente correta se a sua máxima (regra de ação que nos
indica o motivo por que fazemos algo) puder ser universalizada, se se pode
tornar um princípio universal de ação
|
A FÓRMULA DA
HUMANIDADE
|
–“Age de tal maneira que uses a
humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de outrem, sempre e
simultaneamente como fim e nunca apenas como meio”
Cada ser humano é um fim em si e nunca um simples meio (é moralmente
errado instrumentalizar os outros usando-os como meros meios para atingir um
objectivo)
Os seres humanos, enquanto seres racionais, têm valor intrínseco
absoluto (dignidade)
Nenhum ser humano vale mais do que outro (pela condição de ser
racional)
Esta fórmula não proíbe as pessoas de serem meios umas para as outras,
desde que sejam tratadas com respeito
e não apenas como meios, ou
tratadas como instrumentos ou objectos.
|
Imperativo categórico e imperativo hipotético
Objeções à ética deontológica de Kant
“Todos os imperativos ordenam ou hipotética ou categoricamente. Os hipotéticos representam a necessidade prática de uma ação possível como meio de alcançar qualquer coisa que se quer ou que é possível que se queira. O imperativo categórico é aquele que nos representa uma ação como ojetivamente necessária por si mesma, sem relação com qualquer outra finalidade. No caso da ação ser apenas boa como meio para qualquer outra coisa, o imperativo que ordena é hipotético; se a ação é boa em si, então o imperativo é categórico”
Kant, Fundamentação da Metafísica dos Costumes
- Distinga imperativo categórico de imperativo hipotético.
- Apresente um exemplo de imperativo categórico e de imperativo hipotético.
Imperativo Categórico
|
Imperativo Hipotético
|
- Ordena que uma ação seja realizada
pelo seu valor intrínseco.
- Ordena que se cumpra o dever sempre
por dever, ou seja, ordena que a vontade cumpra o dever exclusivamente
motivada pelo que é correcto fazer.
- Ordena que se aja por dever.
- Ordena que sejamos imparciais e
desinteressados, agindo segundo máximas que todos podem adotar.
- Ordena que respeitemos o valor
absoluto de cada ser racional nunca o reduzindo à condição de meio que nos é
útil.
|
-
O cumprimento do dever é uma ordem condicionada pelo que de
satisfatório ou proveitoso pode resultar do seu cumprimento.
-
As ações que nele se baseiam são ações conformes ao dever, feitas a
pensar nas consequências ou resultados de fazer o que é devido.
-
As ações que cumprem o dever baseadas em interesses seguem máximas que
não podem ser universalizadas.
-
As ações conformes ao dever não respeitam absolutamente o que somos
enquanto seres humanos
|
10º B
11ºA (revisão para o teste intermédio)
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Ética deontológica de Kant
" Duas coisas enchem o meu coração de admiração: o céu estrelado por cima de mim e a lei moral em mim" (Kant, Crítica da Razão Prática)
Kant: o valor moral
de uma ação deriva da sua máxima, e não das suas consequências.
Cada ação pode ser
descrita como uma ação de um certo tipo. Se ajudas alguém, podes conceber o que
fazes como um ato de caridade. Neste caso, ages segundo a máxima de que deves
ajudar os outros. Mas tens outras alternativas: quando forneces a ajuda talvez
estejas a pensar que essa é uma maneira de fazer o beneficiário sentir-se em
dívida para contigo. Neste caso, a máxima da tua ação pode ser a de que deves
fazer que os outros se sintam em dívida para contigo. Para saberes que valor
moral tem a tua ação, vê que máxima te levou a fazer o que fizeste.
terça-feira, 13 de março de 2012
Conflito de Deveres
“Durante a Segunda Guerra Mundial, os pescadores holandeses transportavam, secretamente nos seus barcos, refugiados judeus para Inglaterra e os barcos de pesca com refugiados a bordo eram por vezes interceptados por barcos patrulha nazis. O capitão nazi perguntava então ao capitão holandês qual o seu destino, quem estava a bordo, e assim por diante. Os pescadores mentiam e obtinham permissão de passagem. Ora, é claro que os pescadores tinham apenas duas alternativas, mentir ou permitir que os seus passageiros (e eles mesmos) fossem apanhados e executados. Não havia terceira alternativa.”
(Filosofia, 10º ano, Plátano Editora)
O que fazer? A teoria de Kant dá resposta a esta situação?
domingo, 4 de março de 2012
O princípio da ação moral
" Duas coisas enchem o meu coração de admiração: o céu estrelado por cima de mim e a lei moral em mim" (Kant, Crítica da Razão Prática)
O Miguel reparou que o professor se esqueceu do telemóvel na secretária. Pegou nele e..
a) Guardou-o e ficou com ele
b) Devolveu-o ao professor para mostrar que era honesto e para que este lhe ficasse grato
c) Devolveu-o ao professor porque o telemóvel era dele
Que avaliação moral podemos fazer de cada uma destas hipóteses?
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Ações por dever e ações em conformidade com o dever
“É na verdade conforme ao dever que o merceeiro não suba os preços ao comprador inexperiente (...) Mantém um preço fixo geral para toda a gente, de forma que uma criança pode comprar na sua mercearia tão bem como qualquer outra pessoa. É-se, pois, servido honradamente; mas isso ainda não é bastante para acreditar que o comerciante tenha assim procedido por dever e princípios de honradez; o seu interesse assim o exigia. A acção não foi, portanto, praticada (...) por dever, mas somente com intenção egoísta. (...)
Pelo contrário, conservar cada qual a sua vida é um dever, e é além disso uma coisa para que toda a gente tem inclinação imediata. Mas por isso mesmo é que o cuidado que a maioria dos Homens lhe dedica não tem nenhum valor intrínseco e a máxima que o exprime nenhum conteúdo moral. Os Homens conservam, habitualmente, a sua vida, conforme ao dever, sem dúvida, mas não por dever. Em contraposição, quando as contrariedades e o desgosto sem esperança roubaram totalmente o gosto de viver; quando o infeliz (…) deseja a morte e contudo conserva a vida sem a amar, não por inclinação ou medo, mas por dever, então a sua máxima tem conteúdo moral.”
Kant, Fundamentação da metafísica dos Costumes
A acção boa será a que respeita as normas? Qual a distinção entre legalidade e moralidade?
O que são acções em conformidade com o dever e acções por dever?
A Fundamentação da moral
De todas as coisas que podemos conceber neste mundo ou mesmo, de uma maneira geral, fora dele, não há nenhuma que possa ser considerada como boa sem restrição, salvo uma boa vontade. O entendimento, o espírito, o juízo e os outros talentos do espírito, seja qual for o nome que lhes dermos, a coragem, a decisão, a perseverança nos propósitos, como qualidades do temperamento, são, indubitávelmente, sob muitos aspectos, coisas boas e desejáveis; contudo, também podem chegar a ser extrordináriamente más e daninhas se a vontade que há-de usar destes bens naturais, e cuja constituição se chama por isso carácter, não é uma boa vontade. O mesmo se pode dizer dos dons da fortuna. O poder, a riqueza, a consideração, a própria saúde e tudo o que constitui o bem-estar e contentamento com a própria sorte, numa palavra, tudo o que se denomina felicidade, geram uma confiança que muitas vezes se torna arrogância, se não existir uma boa vontade que modere a influência que a felicidade pode exercer sobre a sensibilidade e que corrija o princípio da nossa actividade, tornando-o útil ao bem geral; acrescentemos que num espectador imparcial e dotado de razão, testemunha da felicidade ininterrupta de uma pessoa que não ostente o menor traço de uma vontade pura e boa, nunca encontrará nesse espectáculo uma satisfação verdadeira, de tal modo a boa vontade parece ser a condição indispensável sem a qual não somos dignos de ser felizes.
(...) A boa vontade não é boa pelo que produz e realiza, nem por facilitar o alcance de um fim que nos proponhamos, mas apenas pelo querer mesmo; isto quer dizer que ela é boa em si e que, considerada em si mesma, deve ser tida em preço infinitamente mais elevado que tudo quanto possa realizar-se por seu intermédio em proveito de alguma inclinação, ou mesmo, se se quiser, do conjunto de todas as inclinações.
Emmanuel Kant, Fundamentação da Metafísica dos Costumes
- O que é a boa vontade?
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Duas teorias morais
Qual o fundamento da moralidade?
Distinção das duas teorias
|
COMPARAÇÃO
ENTRE AS ÉTICAS DE KANT E DE MILL
|
||
|
QUESTÕES/ ASPETOS CENTRAIS
|
KANT
|
MILL
|
|
VALOR ÉTICO OU MORAL DE
UMA AÇÃO
|
ÉTICA DEONTOLÓGICA
-
O
valor moral da ação não depende das
consequências.
-
O
que determina o valor moral da ação é a intenção/
motivação da ação
-
A ação é boa quando é realizada por
dever (por respeito à lei moral)
|
ÉTICA CONSEQUENCIALISTA
O valor moral
da ação depende das suas consequências
Utilitarismo – Princípio da maior felicidade
Uma ação é boa se é útil, se traz
felicidade felicidade ao maior número de envolvidos
|
|
IDEIAS CENTRAIS
|
A boa vontade é o bem último (supremo) – vontade de agir por dever
A única
motivação realmente boa é o cumprimento
do dever
Distinção
entre: Ações por dever (são
realizadas com intenção de cumprir o dever, são fins em si mesmas) e ações em conformidade com o dever
(fazem o que deve ser feito mas por outros motivos)
O Imperativo categórico é um mandamento a que devemos obedecer
sem condições - permite-nos identificar o dever.
Duas fórmulas:
- UNIVERSALIDADE – Age de modo que possas
desejar que a máxima da tua ação se torne lei universal
- HUMANIDADE – Trata as pessoas (e a ti próprio) como
fins em si e nunca como meros meios
|
O Utilitarismo é uma ética consequencialista
A felicidade é o único bem com valor
intrínseco
Felicidade (máximo de prazer e ausência
de dor) – Hedonismo qualitativo
Princípio da maior felicidade – as ações são moralmente boas se
produzirem a maior felicidade ao maior número de envolvidos.
|
Subscrever:
Mensagens (Atom)











