As partes relevantes de um argumento são, em primeiro lugar as suas premissas. As premissas são o ponto de partida, ou o que se aceita ou presume, no que respeita ao argumento. Um argumento pode ter uma ou várias premissas. A partir das premissas, os argumentos derivam uma conclusão.
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quinta-feira, 11 de outubro de 2018
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Retórica e persuasão
SÓCRATES: Afirmas que és capaz de ensinar a retórica a quem a quiser aprender contigo?
GÓRGIAS: Afirmo.
SÓCRATES: De tal modo que essa pessoa fique em condições de ganhar o assentimento de uma assembleia sobre qualquer assunto, sem a instruir recorrendo apenas à persuasão?
domingo, 27 de novembro de 2016
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Consequência lógica
Magritte
O que se segue do quê?
Noções básicas de lógica - Powerpoint
Validade e Verdade
Lógica Formal e Lógica informal
domingo, 6 de dezembro de 2015
12 Homens em Fúria

Realização: Sidney Lumet
Argumento: Reginald Rose
Argumento: Reginald Rose
Produção: Henry Fonda e Reginald Rose
Ano: 1957
Duração: 92 minutos
Um júri composto por doze jurados reúne-se para decidir a sentença no julgamento de um jovem de 18 anos acusado de matar o pai. As orientações do juiz são as de que devem chegar a uma decisão unânime e de que o réu deve ser considerado inocente no caso de existir uma dúvida legítima quanto à sua culpa. O veredicto de «culpado» conduzirá obrigatoriamente a uma pena de morte.
sábado, 21 de novembro de 2015
Argumentação, verdade e ser
Porque em filosofia argumentamos
uns com os outros sobre questões filosóficas é natural pensar que a filosofia é
um processo "adversarial" [antagónico] como dois advogados (o de
acusação e o de defesa) que argumentam um contra o outro num tribunal.
domingo, 15 de novembro de 2015
Retórica e persuasão
SÓCRATES: Afirmas que és capaz de ensinar a retórica a quem a quiser aprender contigo?
GÓRGIAS: Afirmo.
SÓCRATES: De tal modo que essa pessoa fique em condições de ganhar o assentimento de uma assembleia sobre qualquer assunto, sem a instruir recorrendo apenas à persuasão?
O bom uso da retórica
Primeiro, tens de conhecer a verdade sobre tudo o que falas ou escreves; tens de aprender a definir cada coisa em si própria; e, uma vez definida, tens de saber como dividi-la em categorias até chegares a algo indivisível.
sábado, 14 de novembro de 2015
Guia das falácias
O objectivo de um argumento é expor as razões (premissas) que sustentam uma conclusão. Um argumento é falacioso quando parece que as razões apresentadas sustentam a conclusão, mas na realidade não sustentam.
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Argumentos por analogia
Os argumentos por analogia, em vez de multiplicarem exemplos para apoiarem uma generalização, argumentam a partir de um caso ou exemplo específico para provarem que outro caso, semelhante ao primeiro em muitos aspetos, é também semelhante num outro aspecto determinado.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
O âmbito e os meios da Retórica
Entendamos por retórica a capacidade de descobrir o que é adequado a cada caso com o fim de persuadir. Esta não é seguramente a função de nenhuma outra arte; pois cada uma das outras apenas é instrutiva e persuasiva nas áreas da sua competência; (…) Mas a retórica parece ter, por assim dizer, a faculdade de descobrir os meios de persuasão sobre qualquer questão dada. (…)
sábado, 17 de outubro de 2015
Validade dedutiva e validade indutiva
Edward Hooper
Para começar, é comum distinguir dois tipos diferentes de validade. Para compreender isto, considere-se as seguintes três inferências:
- Se o ladrão tivesse entrado pela janela da cozinha, haveria pegadas lá fora; mas não há pegadas lá fora; logo, o ladrão não entrou pela janela da cozinha.
- O João tem os dedos manchados de nicotina; logo, o João é um fumador.
- O João compra dois pacotes de cigarros por dia; logo, alguém deixou pegadas na parte de fora da janela da cozinha.
sábado, 3 de outubro de 2015
Quadrado de oposição
Quadrado de oposição - quatro tipos de ralação lógica
Assim, entre as formas lógicas A
e I, por um lado, e E e O, por outro, há uma relação de subalternidade: A
implica I, e E implica O. Esta relação é falsa, a menos que se excluam classes
vazias; mas sem ela a lógica aristotélica cai por terra. De modo que é
necessário excluir todas as proposições que falsificam a relação de
subalternidade.
A lógica de Aristóteles
Lógica
Uma forma de definir a lógica é dizer que é uma disciplina que distingue entre as boas e as más inferências. Aristóteles estuda todas as formas possíveis de inferência silogística e estabelece um conjunto de princípios que permitem distinguir os bons silogismos dos maus.
Uma forma de definir a lógica é dizer que é uma disciplina que distingue entre as boas e as más inferências. Aristóteles estuda todas as formas possíveis de inferência silogística e estabelece um conjunto de princípios que permitem distinguir os bons silogismos dos maus.
domingo, 27 de setembro de 2015
A importância da lógica
Hooper
A argumentação é um instrumento sem o qual não podemos compreender melhor o mundo nem intervir nele de modo a alcançar os nossos objetivos; não podemos sequer determinar com rigor quais serão os melhores objetivos a ter em mente. Os seres humanos estão sós perante o universo; têm de resolver os seus problemas, enfrentar dificuldades, traçar planos de ação, fazer escolhas. Para fazer todas estas coisas precisamos de argumentos. Será que a Terra está imóvel no centro do universo? Que argumentos há a favor dessa ideia?
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
O que se segue do quê?
A maioria das pessoas gosta de pensar que é lógica. Dizer a alguém "Não estás a ser lógico" é uma normalmente uma forma de crítica. Ser ilógico é ser confuso, desordenado, irracional. Mas o que é a lógica? (…) Todos nós raciocinamos. Tentamos descobrir como as coisas são raciocinando com base naquilo que já sabemos. Tentamos persuadir os outros de que algo é de determinada maneira dando-lhes razões. A lógica é o estudo do que conta como uma boa razão para o quê, e porquê. Temos no entanto de compreender esta afirmação de um certo modo. Aqui estão dois trechos de raciocínio — os lógicos chamam-lhes inferências:
1. Roma é a capital da Itália, e este avião aterra em Roma; logo, o avião aterra na Itália.
2. Moscovo é a capital dos EUA; logo, não podemos ir a Moscovo sem ir aos EUA.
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