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segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

domingo, 6 de janeiro de 2019

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

O problema do livre arbítrio-teorias


Edward Hopper

O PROBLEMA DO LIVRE ARBÍTRIO - AQUI

O dilema do determinismo

O argumento determinista


Supõe que estás na bicha de uma cantina e que, quando chegas às sobremesas, hesitas entre um pêssego e uma grande fatia de bolo de chocolate com uma cremosa cobertura de natas.

O dilema do prisioneiro


Van Gogh
No início da década de 1980, Robert Axelrod, sociólogo americano, fez uma descoberta notável acerca da natureza da cooperação. A verdadeira importância do resultado de Axelrod ainda não foi devidamente valorizada fora de um grupo restrito de especialistas. Encerra a potencialidade de alterar não apenas as nossas vidas pessoais, como também o mundo da política internacional.

sábado, 14 de novembro de 2015

O problema do livre arbítrio - teorias


Edward Hopper

O PROBLEMA DO LIVRE ARBÍTRIO - AQUI

O PROBLEMA DO LIVRE-ARBÍTRIO - TEORIAS


Supõe que estás na bicha de uma cantina e que, quando chegas às sobremesas, hesitas entre um pêssego e uma grande fatia de bolo de chocolate com uma cremosa cobertura de natas. O bolo tem bom aspecto, mas sabes que engorda. Ainda assim, tiras o bolo e come-lo com prazer. No dia seguinte vês-te ao espelho, ou pesas-te, e pensas: «Quem me dera não ter comido o bolo de chocolate. Podia ter comido antes o pêssego.»
«Podia ter comido antes o pêssego.» Que quer isto dizer? E será verdade?

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O dilema do prisioneiro


Van Gogh
No início da década de 1980, Robert Axelrod, sociólogo americano, fez uma descoberta notável acerca da natureza da cooperação. A verdadeira importância do resultado de Axelrod ainda não foi devidamente valorizada fora de um grupo restrito de especialistas. Encerra a potencialidade de alterar não apenas as nossas vidas pessoais, como também o mundo da política internacional.

Egoísmo psicológico



Magritte

O egoísmo psicológico é uma teoria da motivação que afirma que todos os nossos desejos últimos se referem a nós mesmos. Sempre que queremos bem aos outros (ou mal), temos esses desejos que se referem aos outros apenas instrumentalmente; preocupamo-nos com os outros apenas porque pensamos que o seu bem-estar influenciará o nosso próprio bem-estar. 

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Ação, intenção e deliberação


Balthus

Um erro comum que existe na teoria da ação é supor que todas as ações intencionais são o resultado de alguma espécie de deliberação, que são o produto de uma cadeia de raciocínio prático. Mas, obviamente, muitas coisas que fazemos não são assim. Simplesmente fazemos alguma coisa sem qualquer reflexão prévia.

sábado, 29 de novembro de 2014

Poderemos considerar as pessoas boas ou más se não tiverem livre-arbítrio?


Magritte

Avaliar as pessoas como boas ou más. Poderemos continuar a considerar as pessoas boas ou más se elas não tiverem livre-arbítrio? Pode parecer surpreendente que diga isto, mas não vejo razão para pensar que não. Mesmo que não tenham livre-arbítrio, as pessoas não deixarão de ter virtudes e vícios. Continuarão a ser corajosas ou cobardes, benevolentes ou cruéis, generosas ou gananciosas.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

O libertismo de Sartre



É estranho que os filósofos tenham argumentado ao longo de milénios sobre o determinismo e o livre-arbítrio, citando exemplos a favor de uma tese ou de outra sem primeiro terem tentado explicitar a própria ideia de acção (…).

Fatalismo




Conheci um homem já idoso que tinha sido oficial na primeira guerra mundial. Disse-me que um dos seus problemas fora o de conseguir que os seus homens usassem capacete quando se encontravam em risco de receber fogo inimigo.

O dilema do determinismo


Magritte


Há um argumento, a que vou chamar Argumento Básico, que parece provar que não podemos ser verdadeiramente ou fundamentalmente responsáveis, moralmente, pelas nossas ações. Segundo este Argumento Básico, não importa se o determinismo é verdadeiro ou falso.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Será o determinismo compatível com a responsabilidade moral?




Personagens: Lázaro: defensor do livre arbítrio; Daniel: defensor do determinismo; Carolina: defensora do compatibilismo.

LÁZARO: Aí vem a Carolina. Talvez ela nos possa dizer o que pensa sobre o assunto.
DANIEL: Olá, Carolina.
CAROLINA: Olá, Daniel. Olá, Lázaro.
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