Mostrar mensagens com a etiqueta A dimensão discursiva do trabalho filosófico. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta A dimensão discursiva do trabalho filosófico. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

A dimensão discursiva do trabalho filosófico





A dimensão discursiva do trabalho filosófico (texto/ síntese/ fichas de trabalho) - aqui

Como a avaliar argumentos - aqui

Usar argumentos como meio de investigação - aqui

Uma procura épica da verdade - aqui

domingo, 18 de outubro de 2015

Como avaliar argumentos




Os lógicos (…) distinguem a validade da solidez. Diz-se que um argumento é válido se a conclusão se segue das premissas. No entanto, para que seja sólido, um argumento tem de ser válido e as premissas têm de ser verdadeiras.

sábado, 17 de outubro de 2015

Como aprendemos filosofia?


Magritte

Aprender filosofia ou aprender a filosofar? - aqui

Como aprendemos filosofia? Uma pergunta melhor é a seguinte: como poderemos adquirir destreza de pensamento? O pensamento em questão implica ter atenção a estruturas básicas do pensamento. Isto pode ser  bem ou mal feito, de forma inteligente ou inepta. Mas ser capaz de o fazer bem não é, em primeiro lugar, adquirir um corpo de conhecimentos. É mais como saber tocar piano.

Validade dedutiva e validade indutiva


Edward Hooper

Validade e verdade - aqui

Para começar, é comum distinguir dois tipos diferentes de validade. Para compreender isto, considere-se as seguintes três inferências:
  1. Se o ladrão tivesse entrado pela janela da cozinha, haveria pegadas lá fora; mas não há pegadas lá fora; logo, o ladrão não entrou pela janela da cozinha.
  2. O João tem os dedos manchados de nicotina; logo, o João é um fumador.
  3. O João compra dois pacotes de cigarros por dia; logo, alguém deixou pegadas na parte de fora da janela da cozinha.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Os objetivos da argumentação



Os argumentos são essenciais - aqui

As regras para argumentar não são, pois, arbitrárias: elas têm um objetivo específico. Mas os estudantes (tal como outros escritores) nem sempre compreendem qual é o objectivo quando pela primeira vez lhes pedem para escrever um ensaio argumentativo — e se não se compreende o objetivo do que nos é pedido, é improvável que o façamos bem.

domingo, 11 de outubro de 2015

A dimensão discursiva do trabalho filosófico



Síntese/ Fichas

Avaliar argumentos - aqui

Conselhos para avaliar argumentos - aqui

Usar argumentos como meio de investigação - aqui

Uma procura épica da verdade - aqui

Os argumentos são essenciais, em primeiro lugar, porque são uma forma de tentar descobrir quais os melhores pontos de vista. Nem todos os pontos de vista são iguais. Algumas conclusões podem ser apoiadas com boas razões; outras, com razões menos boas. Mas muitas vezes não sabemos quais são as melhores conclusões. Precisamos de apresentar argumentos para apoiar diferentes conclusões, e depois avaliar tais argumentos para ver se são realmente bons.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Conselhos para avaliar argumentos


Magritte

Os lógicos (…) distinguem a validade da solidez. Diz-se que um argumento é válido se a conclusão se segue das premissas. No entanto, para que seja sólido, um argumento tem de ser válido e as premissas têm de ser verdadeiras.
Importa fazer outra observação. O grau com que as premissas apoiam a conclusão pode variar. Por vezes as premissas não aprovam absolutamente que a conclusão seja verdadeira, mas proporcionam dados que tornam muito provável que a conclusão seja verdadeira.

Avaliar argumentos


Magritte

Formular e testar argumentos é importante em qualquer área, mas é especialmente decisivo quando lidamos com grandes decisões abstratas, já que não temos outra forma de as compreender. Uma teoria filosófica é apenas tão boa como os argumentos que a apoiam.
Alguns argumentos são sólidos, alguns não o são, e precisamos saber como os distinguir. Seria bom se houvesse uma maneira simples de o fazer. Infelizmente, não há. Os argumentos são muito diversos e podem estar errados de inúmeras formas. Porém, podemos atender a alguns princípios gerais.

domingo, 12 de outubro de 2014

A dimensão discursiva do trabalho filosófico



Os argumentos são essenciais, em primeiro lugar, porque são uma forma de tentar descobrir quais os melhores pontos de vista. Nem todos os pontos de vista são iguais. Algumas conclusões podem ser apoiadas com boas razões; outras, com razões menos boas. Mas muitas vezes não sabemos quais são as melhores conclusões. Precisamos de apresentar argumentos para apoiar diferentes conclusões, e depois avaliar tais argumentos para ver se são realmente bons.

domingo, 13 de outubro de 2013

Conselhos para avaliar argumentos



Os lógicos (…) distinguem a validade da solidez. Diz-se que um argumento é válido se a conclusão se segue das premissas. No entanto, para que seja sólido, um argumento tem de ser válido e as premissas têm de ser verdadeiras.
Importa fazer outra observação. O grau com que as premissas apoiam a conclusão pode variar. Por vezes as premissas não aprovam absolutamente que a conclusão seja verdadeira, mas proporcionam dados que tornam muito provável que a conclusão seja verdadeira.

sábado, 12 de outubro de 2013

Avaliar argumentos



Formular e testar argumentos é importante em qualquer área, mas é especialmente decisivo quando lidamos com grandes decisões abstratas, já que não temos outra forma de as compreender. Uma teoria filosófica é apenas tão boa como os argumentos que a apoiam.
Alguns argumentos são sólidos, alguns não o são, e precisamos saber como os distinguir. Seria bom se houvesse uma maneira simples de o fazer. Infelizmente, não há. Os argumentos são muito diversos e podem estar errados de inúmeras formas. Porém, podemos atender a alguns princípios gerais.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O que é a argumentação?



Paul Klee


Os argumentos são essenciais, em primeiro lugar, porque são uma forma de tentar descobrir quais os melhores pontos de vista. Nem todos os pontos de vista são iguais. Algumas conclusões podem ser apoiadas com boas razões; outras, com razões menos boas. Mas muitas vezes não sabemos quais são as melhores conclusões. Precisamos de apresentar argumentos para apoiar diferentes conclusões, e depois avaliar tais argumentos para ver se são realmente bons.

sábado, 27 de outubro de 2012

Validade e verdade



As partes relevantes de um argumento são, em primeiro lugar, as suas premissas. As premissas são o ponto de partida, ou o que se aceita ou presume, no que respeita ao argumento. Um argumento pode ter uma ou várias premissas. A partir das premissas, os argumentos derivam uma conclusão. Se estamos a refletir sobre um argumento, talvez por termos relutância em aceitar a sua conclusão, temos duas opções. Em primeiro lugar, podemos rejeitar uma ou mais das suas premissas. Em segundo lugar, podemos também rejeitar o modo como a conclusão é extraída das premissas. A primeira reação é que uma das premissas não é verdadeira. A segunda é que o raciocínio não é válido. É claro que o mesmo argumento pode estar sujeito a ambas as críticas: as premissas não são verdadeiras e o raciocínio aplicado é inválido. Mas as duas críticas são distintas (e as duas expressões, «não é verdadeira» e «não é válido», marcam bem a diferença.
                                                                                   BLACKBURN, Dicionário de Filosofia

Distingue validade de verdade


Sobre este assunto

domingo, 25 de setembro de 2011

Validade e verdade






Um argumento é válido se tiver a seguinte propriedade: se as premissas forem verdadeiras, a conclusão será verdadeira. Por que razão estamos especialmente interessados na validade? Acontece que a validade é uma propriedade particularmente agradável para um argumento. Pois se o leitor raciocinar validamente (isto é, se o seu raciocínio puder ser representado por um argumento válido) e se partir de premissas verdadeiras, nunca será conduzido ao erro. E se conseguir que alguém aceite as suas premissas como verdadeiras, essa pessoa tem de aceitar como verdadeiro seja o que for que se siga validamente dessas premissas. Os filósofos são entusiastas dos argumentos válidos. Procuram e conseguem que concordemos com algumas pequenas premissas inocentes, oferecendo depois o que pretendem ser argumentos válidos que têm todo o tipo de conclusões surpreendentes e grandiosas. Nas Meditações, Descartes começa por uma premissa inócua – Penso – e conclui: Deus existe. Claro que temos tendência para pensar que ele se apoiou implicitamente em mais algumas premissas que foram suprimidas, com as quais podemos discordar, ou que cometeu um erro no seu argumento. Mas se as premissas fossem verdadeiras e o raciocínio válido, a sua conclusão de que Deus existe seria verdadeira. E se nós aceitássemos as suas premissas e o seu argumento, estaríamos obrigados a aceitar a sua conclusão. (…) Exprimimos isto afirmando que os argumentos válidos preservam a verdade. Se começar com verdades e raciocinar validamente aquilo a que chegar será verdade. O facto dos argumentos válidos preservarem a verdade torna-os atraentes.
              Newton-Smith, Lógica, Um Curso Introdutório

  1. O que é um argumento válido?
  2. O que quer dizer: "Os agumentos válidos preservam a verdade"?

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A filosofia como actividade argumentativa





A filosofia é um envolvimento crítico com as ideias através de palavras. Envolve argumentos e contra-argumentos, exemplos e contraexemplos. Os filósofos não se limitam a expressar as suas crenças; justificam-nas com provas e argumentos. Raciocinam, definem, clarificam. Acima de tudo, os filósofos estão interessados na verdade, numa tentativa constante de ir para além das aparências. Tentam formular as suas posições com clareza e rigor que lhes permite serem desafiados e até criticados. Deste modo, a filosofia não é uma questão de manifestos e atitudes, mas de posições racionais que conduzem a conclusões bem fundamentadas.
                                                                                 Nigel Warburton, O que é a arte?

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...