Lewis Hine
Mostrar mensagens com a etiqueta A rede conceptual da ação humana. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta A rede conceptual da ação humana. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 20 de janeiro de 2020
domingo, 6 de janeiro de 2019
Determinismo e liberdade na ação humana
terça-feira, 25 de outubro de 2016
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Ação, intenção e deliberação
Balthus
Um erro comum que existe na teoria da ação é supor que todas as ações intencionais são o resultado de alguma espécie de deliberação, que são o produto de uma cadeia de raciocínio prático. Mas, obviamente, muitas coisas que fazemos não são assim. Simplesmente fazemos alguma coisa sem qualquer reflexão prévia.
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Ação, intenção e deliberação
Balthus
Um erro comum que existe na
teoria da ação é supor que todas as ações intencionais são o resultado de
alguma espécie de deliberação, que são o produto de uma cadeia de raciocínio
prático. Mas, obviamente, muitas coisas que fazemos não são assim. Simplesmente
fazemos alguma coisa sem qualquer reflexão prévia.
Acontecimentos e ações
Edward Hopper
Suponhamos que apanhei o comboio e paguei o meu respectivo bilhete. Durante o percurso vou distraído, pensando nas minhas coisas, sem me dar conta de que brinco com o pedacito do cartão, enrolo-o e desenrolo-o, até que finalmente o atiro descuidadamente pela janela aberta. Nessa altura aparece-me o cobrador e pede-me o bilhete: desespero e provavelmente a multa. Posso apenas murmurar para me desculpar: " Atirei-o da janela...sem me aperceber." O revisor, que é também um pouco filósofo, comenta: "Bom, se não se apercebeu do que estava do que estava a fazer, não pode dizer que o tenha atirado pela janela. É como ele tivesse caído".
Etiquetas:
10º ano,
A Ação Humana: Análise e Compreensão do Agir,
A natureza das ações,
A rede conceptual da ação humana,
Fichas/ testes e exames,
Prezi
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Causalidade natural e causalidade intencional
Temos conhecimento
de dois tipos de explicação de acontecimentos, duas maneiras diferentes de os objetos
causarem acontecimentos. Há a causalidade inanimada e a causalidade
intencional. Quando a dinamite produz uma explosão particular, fá-lo porque
tem, como uma das suas propriedades, o poder e a possibilidade de exercer esse
poder sob certas condições – quando é inflamada à temperatura e pressão
adequadas. A dinamite tem de dar origem a uma explosão sob essas condições; não
tem opção e não há nada de deliberado nisso.
domingo, 27 de outubro de 2013
Acontecimentos e Ações
Edward Hopper
Suponhamos que apanhei o comboio e paguei o meu respectivo bilhete. Durante o percurso vou distraído, pensando nas minhas coisas, sem me dar conta de que brinco com o pedacito do cartão, enrolo-o e desenrolo-o, até que finalmente o atiro descuidadamente pela janela aberta. Nessa altura aparece-me o cobrador e pede-me o bilhete: desespero e provavelmente a multa. Posso apenas murmurar para me desculpar: " Atirei-o da janela...sem me aperceber." O revisor, que é também um pouco filósofo, comenta: "Bom, se não se apercebeu do que estava do que estava a fazer, não pode dizer que o tenha atirado pela janela. É como ele tivesse caído".
Etiquetas:
10º ano,
A Ação Humana: Análise e Compreensão do Agir,
A natureza das ações,
A rede conceptual da ação humana,
Fichas/ testes e exames,
Prezi
sábado, 26 de outubro de 2013
A ação humana
Vou contar-te um
caso dramático. Já ouviste falar das térmitas, essas formigas
brancas que, em África, constroem formigueiros impressionantes, com vários
metros de altura e duros como pedras? Uma vez que o corpo das térmitas é mole,
por não ter a couraça de quitina que protege outros insetos, o formigueiro
serve-lhes de carapaça coletiva contra certas formigas inimigas, mais bem
armadas do que elas. Mas por vezes um dos formigueiros é derrubado, por causa
de uma cheia ou de um elefante (os elefantes, que havemos nós de fazer, gostam
de coçar os flancos nas termiteiras).
domingo, 28 de outubro de 2012
Conceito de ação
Todos nós distinguimos intuitivamente entre as coisas que fazemos e aquelas que nos acontecem. Nas coisas que fazemos há uma certa causalidade ou iniciativa que parte de nós. Naquelas que nos acontecem limitamo-nos a ser receptores de efeitos que nós não iniciámos.(…)
E. Anscombe
As ações são acontecimentos, mas nem todos os acontecimentos são ações.
Para que uma acontecimento seja uma ação, é preciso que envolva um agente.
Mas nem todos os acontecimentos que envolvem agentes são ações. Alguém que cai não realiza uma ação.
Mas nem todos os acontecimentos que envolvem agentes são ações. Alguém que cai não realiza uma ação.
As ações são acontecimentos que consistem em algo que o sujeito faz.
Mas nem tudo o que um sujeito faz é uma ação. Alguém que respira não realiza uma ação.
Mas nem tudo o que um sujeito faz é uma ação. Alguém que respira não realiza uma ação.
As ações consistem em algo que o sujeito faz intencionalmente (o que supõe que seja um ato consciente e voluntário).
terça-feira, 15 de novembro de 2011
O que é uma ação?
"As nossas acções são (algumas das) coisas que fazemos. Na realidade o verbo ‘fazer’ cobre um campo semântico bastante mais amplo que o substantivo ‘acção’. O latim distingue o agere do facere (aos quais corresponde em português agir e fazer). Ao substantivo latino actio, derivado de agere, corresponde o substantivo acção. Assim, até de um ponto de vista etimológico, ‘acção’ só carreia a carga semântica de ‘agir’ e não propriamente de ‘fazer’.
Tudo quanto realizamos é parte da nossa conduta, mas nem tudo o que realizamos constitui uma acção. Enquanto dormimos realizamos muitas coisas: respiramos, suamos, damos voltas, apertamos a cabeça contra a almofada, sonhamos, talvez ressonemos alto ou falemos em voz alta ou andemos sonâmbulos pela casa. Todas estas coisas as realizamos inconscientemente, enquanto dormimos. Realizamo-las mas não nos damos conta delas, não temos consciência de que as realizamos. A estas coisas que fazemos inconscientemente não lhes vamos chamar acções.
Vamos reservar o termo ‘acção’ para as coisas que realizamos conscientemente, dando-nos conta de que as fazemos.
Há, no entanto, coisas que fazemos conscientemente, dando-nos conta delas, mas sem que à sua realização corresponda uma intenção nossa. Damo-nos conta dos nossos ‘tiques’ e de muitos dos nossos actos reflexos, mas realizamo-los involuntariamente, constatamo-los como espectadores, não os efectuamos como agentes. (A palavra ‘agente’ é outra das palavras derivadas do verbo latino agere.) Por algo que sentimos depois de comer damo-nos conta de que estamos a fazer a digestão. Mas fazer a digestão não constitui (normalmente) uma acção. Pelos sorrisos dos que nos observam damo-nos conta de que estamos a ser ridículos. Mas ser ridículo (praticar actos ridículos) não é uma acção, mas uma reacção, algo que nos passa despercebido e que lamentamos (a não ser que o façamos de propósito, como provocação; neste caso já seria uma acção). Também não chamamos acção a esses aspectos da nossa conduta de que nos damos conta, mas que não efectuamos intencionalmente.
No presente estudo limitar-nos-emos às acções humanas conscientes e voluntárias, às que daqui em diante chamaremos acções (sem mais). Uma acção é uma interferência consciente e voluntária de um homem ou de uma mulher (o agente) no normal decurso das coisas, que sem a sua interferência haveriam seguido um caminho distinto do que por causa da acção seguiram. Uma acção consta, pois, de um evento que sucede graças à interferência de um agente e de um agente que tinha a intenção de interferir para conseguir que tal evento sucedesse.
A maior parte dos acontecimentos não tem nada a ver com acções. Mas há acontecimentos que não pertencem ao normal decurso de um sistema, mas há interferência voluntária de um ser humano que é o agente dessa acção. Pode haver acontecimentos sem acções mas não pode haver acções sem acontecimentos "
O que distingue acontecer, fazer e ação?
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
Acção humana, liberdade e responsabilidade.
- A Acção Humana consiste numa interferência intencional, consciente e voluntária no curso normal da realidade. É consciente porque o agente tem a percepção de si como autor da acção; é intencional pois o agente tem um propósito ao realizar a acção e um motivo que é o porquê da acção (as razões que permitem compreender a intenção); é voluntária porque expressa a vontade livre do agente. Sendo o agente quem conduz a acção com uma finalidade.
- Os termos liberdade, acção humana e responsabilidade estão relacionados, visto que que um agente tem a capacidade de escolher, tem uma vontade livre que decide realizar uma acção. mas é responsável pela acção que pratica e pelas consequências que ela provoca, ou seja, um agente ao ter liberdade para agir de forma intencional, consciente e voluntária automaticamente é responsável pelo seu resultado.
Raquel Morgado
A ACÇÃO HUMANA
“O que é a acção e o que é agir? Um movimento corporal não é nem pouco mais ou menos o mesmo que acção; não é o mesmo “estar a andar” que “ir dar um passeio”. De maneira que as perguntas vitais que a seguir temos de tentar responder são: que significa agir? O que é uma acção humana e como é que se diferencia dos outros movimentos que outros seres fazem, bem como de outros gestos que os humanos também fazem. Não será ilusão ou um preconceito imaginar que somos capazes de verdadeiras acções e não de simples reacções diante do que nos rodeia, nos influencia e nos constitui? (...)
A verdade é que existe uma diferença entre o que simplesmente me acontece, o que faço sem me dar conta e sem querer (...), o que faço sem me dar conta mas segundo uma rotina adquirida voluntariamente e o que faço apercebendo-me e querendo (...). Parece que a palavra “acção” apenas convém à última destas possibilidades. É evidente que ainda existem outros gestos difíceis de classificar mas que, à partida, parecem qualquer coisa menos acções: por exemplo, fechar os olhos e levantar o braço quando alguém me atira qualquer coisa à cara ou procurar algo a que me agarrar quando estou quase a cair. Não, decididamente uma acção é apenas o que não teria feito se não tivesse querido fazê-lo: chamo acção a um acto voluntário."
A verdade é que existe uma diferença entre o que simplesmente me acontece, o que faço sem me dar conta e sem querer (...), o que faço sem me dar conta mas segundo uma rotina adquirida voluntariamente e o que faço apercebendo-me e querendo (...). Parece que a palavra “acção” apenas convém à última destas possibilidades. É evidente que ainda existem outros gestos difíceis de classificar mas que, à partida, parecem qualquer coisa menos acções: por exemplo, fechar os olhos e levantar o braço quando alguém me atira qualquer coisa à cara ou procurar algo a que me agarrar quando estou quase a cair. Não, decididamente uma acção é apenas o que não teria feito se não tivesse querido fazê-lo: chamo acção a um acto voluntário."
Savater
Subscrever:
Mensagens (Atom)









