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sábado, 30 de maio de 2020
sexta-feira, 20 de abril de 2018
domingo, 12 de março de 2017
A teria da justiça de Jonh Rawls
A teoria da justiça de Rawls (textos/ links/ fichas) - aqui
domingo, 17 de abril de 2016
A justiça como titularidade legítima

Edward Hooper
Pensar que a tarefa de uma teoria
distributiva da justiça é preencher o espaço em branco em «a cada um de acordo
com o seu ___» é estar predisposto a procurar um padrão; e o tratamento
separado de «de cada um de acordo com o seu___» encara a produção e a
distribuição como dois assuntos separados e independentes.
domingo, 3 de abril de 2016
A teoria de Rawls como reação ao utilitarismo

A teoria de Rawls constitui, em
grande parte, uma reação ao utilitarismo clássico. De acordo com esta teoria,
se uma ação maximiza a felicidade, não importa se a felicidade é distribuída
de maneira igual ou desigual. Grandes desníveis entre ricos e pobres parecem em
princípio justificados.
A justiça como equidade

Posição original e véu de ignorância - aqui
A Teoria da Justiça de John Rawls – site Crítica - aqui
O problema da justiça aqui
Decorre
destes princípios que as instituições não podem ser justificadas pelo
argumento de que as dificuldades de alguns são compensadas por um maior
bem total. Pode, em certos casos, ser oportuno que alguns tenham menos
para que outros possam prosperar, mas tal não é justo.
O princípio do dano
É
o princípio de que o único fim para o qual as pessoas têm justificação,
individual ou coletivamente, em interferir na liberdade de ação de
outro, é a autoproteção. É o princípio de que o único fim em função do
qual o poder pode ser corretamente exercido sobre qualquer membro de uma
comunidade civilizada, contra a sua vontade, é o de prevenir dano a
outros.
domingo, 12 de abril de 2015
crítica libertarista de Nozick
António Berni
Pensar que a tarefa de uma teoria distributiva da justiça é preencher o espaço em branco em «a cada um de acordo com o seu ___» é estar predisposto a procurar um padrão; e o tratamento separado de «de cada um de acordo com o seu___» encara a produção e a distribuição como dois assuntos separados e independentes.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Véu de ignorância
Suponhamos que, num futuro não muito distante, deixa de haver oferta de árbitros de futebol. (…) Para muitos jogos, torna-se impossível descobrir um árbitro neutro. Suponhamos que foi isto que se passou no jogo entre o Futebol Clube do Porto e o Benfica e suponhamos também que o único árbitro qualificado a assistir ao desafio é o presidente do Futebol Clube do Porto.
segunda-feira, 9 de março de 2015
O Princípio do Dano
É o princípio de que o único fim para o qual as pessoas têm justificação, individual ou coletivamente, em interferir na liberdade de ação de outro, é a autoproteção. É o princípio de que o único fim em função do qual o poder pode ser corretamente exercido sobre qualquer membro de uma comunidade civilizada, contra a sua vontade, é o de prevenir dano a outros.
domingo, 27 de abril de 2014
A crítica libertarista de Nozick
António Berni
Pensar que a tarefa de uma teoria
distributiva da justiça é preencher o espaço em branco em «a cada um de acordo
com o seu ___» é estar predisposto a procurar um padrão; e o tratamento
separado de «de cada um de acordo com o seu___» encara a produção e a
distribuição como dois assuntos separados e independentes.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
A justiça como equidade
Argumentos de Rawls para uma sociedade justa - blogue Sebenta de Filosofia - aqui
A Teoria da Justiça de John Rawls – site Crítica - aqui
Decorre destes princípios que as instituições não podem ser justificadas pelo argumento de que as dificuldades de alguns são compensadas por um maior bem total. Pode, em certos casos, ser oportuno que alguns tenham menos para que outros possam prosperar, mas tal não é justo. Porém, não há injustiça no facto de alguns conseguirem benefícios maiores que outros, desde que a situação das pessoas menos afortunadas seja, por esse meio, melhorada.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Posição Original e Véu de Ignorância
Magritte
A ideia da posição original é
a de estabelecer um processo equitativo, de forma a que quaisquer princípios
escolhidos sejam justos. O objetivo é usar a noção de justiça processual pura
como base para a teoria. Temos de algum modo de anular os efeitos das contingências
específicas que levam os sujeitos a oporem-se uns aos outros e que os fazem
cair na tentação de explorar as circunstâncias naturais e sociais em seu
benefício. sábado, 19 de abril de 2014
Véu de Ignorância
Suponhamos que, num
futuro não muito distante, deixa de haver oferta de árbitros de futebol. (…)
Para muitos jogos, torna-se impossível descobrir um árbitro neutro. Suponhamos
que foi isto que se passou no jogo entre o Futebol Clube do Porto e o
Benfica e suponhamos também que o único árbitro qualificado a assistir ao
desafio é o presidente do Futebol Clube do Porto.
quinta-feira, 17 de abril de 2014
A desobediência civil
Algumas pessoas argumentam que
a violação da lei nunca se pode justificar: se não estamos satisfeitos com a
lei, devemos tentar mudá-la através dos meios legais, como as campanhas, a
redacção de cartas, etc. Mas há casos em que tais protestos legais são
completamente inúteis. Há uma tradição de violação da lei em tais
circunstâncias conhecida por desobediência civil. A ocasião para a
desobediência civil emerge quando as pessoas descobrem que lhes é pedido que
obedeçam a leis ou a políticas governamentais que consideram injustas.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
O princípio do dano
Helena Almeida
É o princípio de que
o único fim para o qual as pessoas têm justificação, individual ou coletivamente,
em interferir na liberdade de ação de outro, é a autoproteção. É o princípio de
que o único fim em função do qual o poder pode ser corretamente exercido sobre
qualquer membro de uma comunidade civilizada, contra a sua vontade, é o de
prevenir dano a outros.
Ética e Direito
A relação entre ética e direito é muitas vezes de conflito. Nem sempre as leis expressam o que é moral. Há casos de leis imorais. O que fazer quando o estado, pelas leis que faz, comete injustiças?
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Contratualismo
George Segal
De Hobbes a John
Rawls, o contratualismo tem uma longa história na filosofia política. No âmbito
da ética, o pensamento contratualista é uma tentativa de extrair o conteúdo da
moralidade a partir da ideia de um contrato social. Segundo os contratualistas,
a ética baseia-se num acordo hipotético entre
os membros da sociedade: os princípios éticos a adotar são aqueles que seriam acordados ou escolhidos pelas «partes
contratuantes» numa situação inicial, prévia à moralidade.
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