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sábado, 10 de outubro de 2015

sábado, 3 de outubro de 2015

O silogismo categórico







Um silogismo (ou melhor, um silogismo categórico) é a inferência de uma proposição a partir de duas premissas. Por exemplo: todos os cavalos têm cauda; todas as coisas que têm cauda são quadrúpedes; logo, todos os cavalos são quadrúpedes.

Quadrado de oposição




Quadrado de oposição - quatro tipos de ralação lógica

Assim, entre as formas lógicas A e I, por um lado, e E e O, por outro, há uma relação de subalternidade: A implica I, e E implica O. Esta relação é falsa, a menos que se excluam classes vazias; mas sem ela a lógica aristotélica cai por terra. De modo que é necessário excluir todas as proposições que falsificam a relação de subalternidade.

A lógica de Aristóteles



Kandinsky


Forma lógica

Lógica

Uma forma de definir a lógica é dizer que é uma disciplina que distingue entre as boas e as más inferências. Aristóteles estuda todas as formas possíveis de inferência silogística e estabelece um conjunto de princípios que permitem distinguir os bons silogismos dos maus.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

O silogismo categórico







Um silogismo (ou melhor, um silogismo categórico) é a inferência de uma proposição a partir de duas premissas. Por exemplo: todos os cavalos têm cauda; todas as coisas que têm cauda são quadrúpedes; logo, todos os cavalos são quadrúpedes.

Forma lógica



A forma lógica de uma frase é a estrutura, partilhável com outras frases, responsável pelo seu papel nas inferências. Isto é, a sua forma lógica determina a maneira pela qual ela pode ser validamente deduzida a partir de outras frases, e a maneira pela qual outras frases podem ser deduzidas validamente de conjuntos de premissas que a incluam.

sábado, 12 de outubro de 2013

Noções de lógica silogística



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Lógica silogística - exercícios



 FICHAS DE TRABALHO - EXERCÍCIOS
(…) Aristóteles serviu-se destas classificações para estabelecer regras para avaliar as inferências. Por exemplo, para que um silogismo seja válido é necessário que pelo menos uma premissa seja afirmativa e que pelo menos uma seja universal; se ambas as premissas forem negativas, a conclusão tem de ser negativa. Na sua totalidade, as regras de Aristóteles bastam para validar os silogismos válidos e para eliminar os inválidos. (…)

A Kenny, História Concisa da Filosofia Ocidental

sábado, 8 de outubro de 2011

Lógica Aristotélica





(…) Aristóteles serviu-se destas classificações para estabelecer regras para avaliar as inferências. Por exemplo, para que um silogismo seja válido é necessário que pelo menos uma premissa seja afirmativa e que pelo menos uma seja universal; se ambas as premissas forem negativas, a conclusão tem de ser negativa. Na sua totalidade, as regras de Aristóteles bastam para validar os silogismos válidos e para eliminar os inválidos. (…)
A Kenny, História Concisa da Filosofia Ocidental



REGRAS DO SILOGISMO



REGRAS DOS TERMOS
1ª REGRA
Um silogismo tem 3 termos: maior, médio e menor
2ª REGRA
Nenhum termo pode ter maior extensão na conclusão do que nas premissas
3ª REGRA
O termo médio tem de ser tomado pelo menos uma vez em toda a sua extensão
4ª REGRA
A conclusão não pode conter o termo médio

REGRAS DAS PROPOSIÇÕES
5ª REGRA
De duas premissas negativas nada se pode concluir
6ª REGRA
De duas premissas afirmativas não se pode inferir uma conclusão negativa
7ª REGRA
De duas premissas particulares nada se pode concluir
8ª REGRA
A conclusão segue sempre a parte mais fraca

 
As oito regras podem reduzir-se a três

3 REGRAS
1ª REGRA
O termo médio tem de estar distribuído pelo menos uma vez
2ª REGRA
Se o termo menor e/ou o maior estão distribuídos na conclusão, terão de estar distribuídos nas premissas
3ª REGRA
O número de premissas negativas deve ser o mesmo nas premissas e na conclusão
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