domingo, 4 de março de 2018

O Princípio da Maior Felicidade

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Críticas ao utilitarismo - aqui
 Princípios secundários - aqui
O utilitarismo é um tipo de consequencialismo - aqui
O utilitarismo - uma ética consequencialista - aqui 

O credo que aceita a utilidade, ou o Princípio Moral da maior Felicidade, como fundamento da moralidade, defende que as ações estão certas na medida em que tendem a promover a felicidade, erradas na medida em que tendem a reproduzir o inverso da felicidade. Por felicidade entende-se o prazer e a ausência de dor; por infelicidade, a dor e a privação de prazer.

É preciso dizer muito mais para dar uma visão clara do padrão moral estabelecido por esta teoria – em particular, que coisas inclui ela nas ideias de dor e de prazer e em que medida isso é ainda uma questão em aberto. Mas essas explicações não afetam a teoria da vida em que esta teoria da moralidade se baseia – nomeadamente, a ideia de que o prazer e a isenção de dor são as únicas coisas desejáveis como fins, e de que todas as coisas desejáveis (…) são desejáveis ou pelo prazer inerente em si mesmas ou enquanto meios para a promoção do prazer e a prevenção da dor.


                                                                 S. Mill, Utilitarismo


UTILITARISMO


PRINCÍPIO DA MAIOR FELICIDADE

Uma ação moralmente correta é aquela que, tendo em conta as   alternativas, mais felicidade trouxer ao maior número de sujeitos envolvidos

Consequencialismo

Uma ação é correta ou errada em função das suas consequências

Felicidade como bem último, como a única coisa intrinsecamente valiosa

A felicidade geral (e não apenas a do agente)

Hedonismo

 A felicidade entendida como prazer e ausência de dor

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