
terça-feira, 25 de outubro de 2016
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
A dimensão discursiva do trabalho filosófico

A dimensão discursiva do trabalho filosófico (texto/ síntese/ fichas de trabalho) - aqui
Como a avaliar argumentos - aqui
Usar argumentos como meio de investigação - aqui
Uma procura épica da verdade - aqui
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Abordagem Introdutória à Filosofia e ao Filosofar
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
O sono da razão produz monstros
Uma das séries de sátiras gravadas pelo pintor espanhol Goya tem por título “O Sono da Razão Produz Monstros”. Goya pensava que muitas das loucuras da humanidade resultavam do “sono da razão”. Há sempre pessoas prontas a dizer-nos o que queremos, a explicar-nos como nos vão dar essas coisas e a mostrar-nos no que devemos acreditar.
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Abordagem Introdutória à Filosofia e ao Filosofar
Lógica silogística

kandinsky
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quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Razões para estudar filosofia
Magritte
Porquê estudar filosofia
Qual
é afinal a importância de estudar filosofia? Começar a questionar as
bases fundamentais da nossa vida pode até ser perigoso: podemos acabar
por nos sentir incapazes de fazer o que quer que seja, paralisados por
fazer demasiadas perguntas.
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segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Consequência lógica
Magritte
O que se segue do quê?
Noções básicas de lógica - Powerpoint
Validade e Verdade
Lógica Formal e Lógica informal
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sábado, 24 de setembro de 2016
O que é a filosofia?
A
filosofia é diferente da ciência e da matemática. Ao contrário da
ciência, não assenta em experimentações nem na observação, mas apenas no
pensamento.
domingo, 11 de setembro de 2016
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Bem-vindos à Filosofia (2016-2017)
Bom ano letivo para todos!
Bem-vindo à Filosofia. Para alguns de vocês, será a disciplina mais prática que irão estudar na escola.
Porquê dizer tal coisa? Não tem a filosofia a reputação de não ser prática? Não é abstrata e teórica – precisamente o oposto de prático?
terça-feira, 19 de julho de 2016
Exame Nacional de Filosofia 2016 - 2ª Fase
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Exame Nacional de Filosofia 2016
quarta-feira, 1 de junho de 2016
segunda-feira, 23 de maio de 2016
domingo, 22 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
A Minha Escola é um Museu
A Escola Secundária D. João II apresentou pela segunda vez o evento “A Minha Escola é um Museu”, desta vez
“Uma Viagem pela Arte Moderna”, com a exposição de réplicas de obras de
Picasso, Dali, Miró e Sorolla e de trabalhos de alunos.
quinta-feira, 12 de maio de 2016
terça-feira, 10 de maio de 2016
O Jornal de Filosofia vai à Exposição - A Minha Escola é um Museu
Mais uma vez, estão
de parabéns os professores Joseph Rodrigues, Raquel Freitas e Sandra Dias,
responsáveis pela organização do evento de excelente qualidade - A Minha Escola é um Museu
(e todos os professores envolvidos).
Mais do que trazer
o museu à escola, trata-se de fazer da escola um museu!
segunda-feira, 9 de maio de 2016
domingo, 1 de maio de 2016
A MINHA ESCOLA É UM MUSEU
“A minha escola é um museu – uma
viagem pela arte moderna” abre portas a 11 de Maio e poderá ser visitada das 10
às 12:30 e das 14:20 às 18:30 (dias úteis), tendo o seu encerramento a 18 de
Maio de 2016, data em que se assinala o Dia Internacional dos Museus.
A Escola Secundária D. João II,
com a colaboração da Câmara Municipal de Setúbal, convida a comunidade
educativa e local à visita a uma exposição de reproduções de arte moderna.
Em exposição estarão cerca de
trinta reproduções de obras de grandes autores como Picasso, Dalí, Miró e
Sorolla.
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A Dimensão Estética: Análise e Compreensão da Experiência Estética,
exposição
Orientações 5º teste (global)
Orientações 5º teste (global)
quarta-feira, 20 de abril de 2016
A natureza dos juízos estéticos
segunda-feira, 18 de abril de 2016
O desenvolvimento da ciência - Popper e Kuhn
A evolução da ciência segundo Kuhn
A INCOMENSURABILIDADE DOS PARADIGMAS - AQUI
O ENQUADRAMENTO MENTAL DO CIENTISTA - AQUI
A ciência normal, a atividade em que, inevitavelmente, a maioria dos cientistas consome quase todo o seu tempo, constitui-se na suposição de que a comunidade científica sabe como é o mundo. Grande parte do êxito da pesquisa deve-se ao facto da comunidade se encontrar disposta a defender essa suposição, mesmo que seja necessário pagar um preço elevado. A ciência normal, por exemplo, suprime frequentemente inovações fundamentais, devido a permanecerem demasiado subversivas relativamente às suas crenças habituais.
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A possibilidade do Conhecimento,
A racionalidade científica e a questão da objetividade,
Os paradigmas segundo Kunh
domingo, 17 de abril de 2016
A perspetiva de Popper sobre o desenvolvimento da ciência

A EVOLUÇÃO DA CIÊNCIA SEGUNDO POPPER - AQUI
A PERSPETIVA DE POPPER SOBRE O DESENVOLVIMENTO DA CIÊNCIA - AQUI
O cientista individual pode desejar estabelecer a sua teoria
em vez de refutá-la. Mas, do ponto de vista do progresso da ciência, esse
desejo pode induzi-lo seriamente em erro. Mais ainda, se não examinar a sua
teoria preferida de modo crítico, outros o farão por ele.
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A evolução da ciência segundo Popper,
A racionalidade científica e a questão da objetividade
A justiça como titularidade legítima

Edward Hooper
Pensar que a tarefa de uma teoria
distributiva da justiça é preencher o espaço em branco em «a cada um de acordo
com o seu ___» é estar predisposto a procurar um padrão; e o tratamento
separado de «de cada um de acordo com o seu___» encara a produção e a
distribuição como dois assuntos separados e independentes.
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A Dimensão Ético-Política: Análise e Compreensão da Experiência Convivencial,
Críticas a Rawls,
Ética direito e política
domingo, 3 de abril de 2016
A teoria de Rawls como reação ao utilitarismo

A teoria de Rawls constitui, em
grande parte, uma reação ao utilitarismo clássico. De acordo com esta teoria,
se uma ação maximiza a felicidade, não importa se a felicidade é distribuída
de maneira igual ou desigual. Grandes desníveis entre ricos e pobres parecem em
princípio justificados.
A justiça como equidade

Posição original e véu de ignorância - aqui
A Teoria da Justiça de John Rawls – site Crítica - aqui
O problema da justiça aqui
Decorre
destes princípios que as instituições não podem ser justificadas pelo
argumento de que as dificuldades de alguns são compensadas por um maior
bem total. Pode, em certos casos, ser oportuno que alguns tenham menos
para que outros possam prosperar, mas tal não é justo.
O princípio do dano
É
o princípio de que o único fim para o qual as pessoas têm justificação,
individual ou coletivamente, em interferir na liberdade de ação de
outro, é a autoproteção. É o princípio de que o único fim em função do
qual o poder pode ser corretamente exercido sobre qualquer membro de uma
comunidade civilizada, contra a sua vontade, é o de prevenir dano a
outros.
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A Dimensão Ético-Política: Análise e Compreensão da Experiência Convivencial,
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Ética e direito
Ética e Direito
George Segal
A desobediência civil - aqui
Contratualismo - aqui
As teorias contratualistas de Hobbes e Locke - aqui
O contrato social como fundamento da moralidade - aqui
O problema da justificação do Estado - aqui
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A Dimensão Ético-Política: Análise e Compreensão da Experiência Convivencial,
Ética e direito
Objeções à perspetiva indutivista

Magritte
O tipo de enunciado observacional
efetivamente feito em ciência, como por exemplo, “a estrutura molecular da
substância foi afetada pelo calor”, pressupõe teorias bastante elaboradas.
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A perspetiva indutivista do método científico,
Ciência e construção: a verificabilidade das hipóteses,
O Conhecimento Científico
A conceção indutivista do método científico
Magritte
Segundo
a perspetiva indutivista do método científico, a ciência começa com a
observação e as inferências indutivas permitem progredir dos
enunciados singulares aos enunciados gerais, leis e teorias
científicas.
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Ciência e construção: a verificabilidade das hipóteses,
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sexta-feira, 25 de março de 2016
domingo, 20 de março de 2016
Filosofia para Crianças e Jovens - Projeto curricular na Escola secundária D. João II

Filosofia para Crianças e Jovens - Projeto curricular
Implementação da disciplina Filosofia para Crianças no 7º ano
Blogue Filosofia para Crianças
sábado, 12 de março de 2016
segunda-feira, 7 de março de 2016
Conhecimento vulgar e conhecimento científico
Ciência e senso comum - continuidade e rutura - aqui
Uma
característica notável de muita da informação que adquirimos através da
experiência comum é que, embora ela possa ser suficientemente precisa
dentro de certos limites, raramente é acompanhada por qualquer
explicação que nos diga por que se deram certos factos alegados.
Ricardo Toscano - saxofone
«Ricardo Toscano não é uma
esperança do jazz que se faz em Portugal. Ricardo Toscano é a certeza de que o
jazz que se faz em Portugal é muito mais do que uma esperança.
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sábado, 27 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
A realidade do mundo físico segundo Hume
Monet
Mediante que argumento se poderia
provar que as perceções da mente têm de ser causadas por objetos exteriores
completamente diferentes delas, embora se lhes assemelhem (se isso for
possível), e que não poderiam derivar, seja da força da própria mente, seja da
sugestão de algum espírito invisível e desconhecido, seja de alguma causa ainda
mais desconhecida? Reconhece-se que, de facto, muitas dessas perceções não
surgem de algo exterior, como nos sonhos, na loucura e noutras doenças. […]
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
A ideia de conexão necessária
Magritte
Quando
olhamos para os objetos exteriores à nossa volta e consideramos a
operação das causas, nunca somos capazes de identificar, num caso
singular, qualquer poder ou conexão necessária, qualquer qualidade que
ligue o efeito à causa e torne o primeiro uma consequência infalível da
segunda.
Questões de facto e relação de causalidade
Todos
os raciocínios relativos aos factos parecem fundar-se na relação de
causa e efeito. Só mediante esta relação podemos ir além do testemunho
da nossa memória e dos nossos sentidos. Se perguntássemos a um homem
porque acredita ele em alguma questão de facto que está ausente, por
exemplo, que o seu amigo está no campo ou na França, fornecer-nos-ia uma
razão e esta razão seria algum outro facto, como uma carta dele
recebida ou o conhecimento das suas antigas resoluções e promessas.
Utilitarismo - o princípio da maior felicidade
Matisse
O
credo que aceita a utilidade, ou o Princípio Moral da maior Felicidade,
como fundamento da moralidade, defende que as ações estão certas na
medida em que tendem a promover a felicidade, erradas na medida em que
tendem a reproduzir o inverso da felicidade. Por felicidade entende-se o
prazer e a ausência de dor; por infelicidade, a dor e a privação de
prazer.
Críticas ao utilitarismo - aqui
O princípio da maior felicidade - aqui
Princípios secundários - aqui
O utilitarismo é um tipo de consequencialismo - aqui
O utilitarismo - uma ética consequencialista - aqui
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