É
o princípio de que o único fim para o qual as pessoas têm justificação,
individual ou coletivamente, em interferir na liberdade de ação de
outro, é a autoproteção. É o princípio de que o único fim em função do
qual o poder pode ser corretamente exercido sobre qualquer membro de uma
comunidade civilizada, contra a sua vontade, é o de prevenir dano a
outros.
domingo, 3 de abril de 2016
Ética e Direito
George Segal
A desobediência civil - aqui
Contratualismo - aqui
As teorias contratualistas de Hobbes e Locke - aqui
O contrato social como fundamento da moralidade - aqui
O problema da justificação do Estado - aqui
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10º ano,
A Dimensão Ético-Política: Análise e Compreensão da Experiência Convivencial,
Ética e direito
Objeções à perspetiva indutivista

Magritte
O tipo de enunciado observacional
efetivamente feito em ciência, como por exemplo, “a estrutura molecular da
substância foi afetada pelo calor”, pressupõe teorias bastante elaboradas.
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11º ano,
A perspetiva indutivista do método científico,
Ciência e construção: a verificabilidade das hipóteses,
O Conhecimento Científico
A conceção indutivista do método científico
Magritte
Segundo
a perspetiva indutivista do método científico, a ciência começa com a
observação e as inferências indutivas permitem progredir dos
enunciados singulares aos enunciados gerais, leis e teorias
científicas.
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11º ano,
A perspetiva indutivista do método científico,
Ciência e construção: a verificabilidade das hipóteses,
O Conhecimento Científico
sexta-feira, 25 de março de 2016
domingo, 20 de março de 2016
Filosofia para Crianças e Jovens - Projeto curricular na Escola secundária D. João II

Filosofia para Crianças e Jovens - Projeto curricular
Implementação da disciplina Filosofia para Crianças no 7º ano
Blogue Filosofia para Crianças
sábado, 12 de março de 2016
segunda-feira, 7 de março de 2016
Conhecimento vulgar e conhecimento científico
Ciência e senso comum - continuidade e rutura - aqui
Uma
característica notável de muita da informação que adquirimos através da
experiência comum é que, embora ela possa ser suficientemente precisa
dentro de certos limites, raramente é acompanhada por qualquer
explicação que nos diga por que se deram certos factos alegados.
Ricardo Toscano - saxofone
«Ricardo Toscano não é uma
esperança do jazz que se faz em Portugal. Ricardo Toscano é a certeza de que o
jazz que se faz em Portugal é muito mais do que uma esperança.
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sábado, 27 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
A realidade do mundo físico segundo Hume
Monet
Mediante que argumento se poderia
provar que as perceções da mente têm de ser causadas por objetos exteriores
completamente diferentes delas, embora se lhes assemelhem (se isso for
possível), e que não poderiam derivar, seja da força da própria mente, seja da
sugestão de algum espírito invisível e desconhecido, seja de alguma causa ainda
mais desconhecida? Reconhece-se que, de facto, muitas dessas perceções não
surgem de algo exterior, como nos sonhos, na loucura e noutras doenças. […]
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
A ideia de conexão necessária
Magritte
Quando
olhamos para os objetos exteriores à nossa volta e consideramos a
operação das causas, nunca somos capazes de identificar, num caso
singular, qualquer poder ou conexão necessária, qualquer qualidade que
ligue o efeito à causa e torne o primeiro uma consequência infalível da
segunda.
Questões de facto e relação de causalidade
Todos
os raciocínios relativos aos factos parecem fundar-se na relação de
causa e efeito. Só mediante esta relação podemos ir além do testemunho
da nossa memória e dos nossos sentidos. Se perguntássemos a um homem
porque acredita ele em alguma questão de facto que está ausente, por
exemplo, que o seu amigo está no campo ou na França, fornecer-nos-ia uma
razão e esta razão seria algum outro facto, como uma carta dele
recebida ou o conhecimento das suas antigas resoluções e promessas.
Utilitarismo - o princípio da maior felicidade
Matisse
O
credo que aceita a utilidade, ou o Princípio Moral da maior Felicidade,
como fundamento da moralidade, defende que as ações estão certas na
medida em que tendem a promover a felicidade, erradas na medida em que
tendem a reproduzir o inverso da felicidade. Por felicidade entende-se o
prazer e a ausência de dor; por infelicidade, a dor e a privação de
prazer.
Críticas ao utilitarismo - aqui
O princípio da maior felicidade - aqui
Princípios secundários - aqui
O utilitarismo é um tipo de consequencialismo - aqui
O utilitarismo - uma ética consequencialista - aqui
O hedonismo qualitativo de Mill
Matisse
Se
me perguntarem o que entendo pela natureza qualitativa dos prazeres, ou
por aquilo que torna um prazer mais valioso que outro, simplesmente
enquanto prazer e não por ser maior em quantidade, só há uma resposta
possível. De dois prazeres, se houver um ao qual todos ou quase todos
aqueles que tiveram a experiência de ambos darem uma preferência
decidida, independentemente de sentirem qualquer obrigação moral para o
preferis, então será esse o prazer mais desejável.(…)
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Relações de ideias e questões de facto
Klee
RELAÇÕES DE IDEIAS E QUESTÕES DE FACTO - ESQUEMA/ SÍNTESE -AQUI
Todos os objectos da razão ou investigação humanas podem naturalmente dividir-se em duas classes, a saber, Relações de Ideias e Questões de Facto.
Impressões e Ideias
Matisse
ESQUEMA/ SÍNTESE - CONTEÚDOS DA MENTE - AQUI
Podemos aqui, portanto, dividir todas as perceções da mente em duas classes ou espécies, que se distinguem pelos seus diferentes graus de força e vivacidade. As que são menos fortes e vividas são geralmente chamadas pensamentos ou ideias.
domingo, 24 de janeiro de 2016
Orientações 3º teste- 11
A realidade do mundo físico
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11º ano,
Análise comparativa de duas teorias explicativas do conhecimento,
O Racionalismo de Descartes
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Deus existe
O papel de Deus no sistema cartesiano - aqui
Depois, tendo refletido que duvidava, e, por consequência, o meu ser não era inteiramente perfeito, pois claramente via que o conhecer é uma maior perfeição que o duvidar, lembrei-me de procurar donde me teria vindo o pensamento de alguma cousa de mais perfeito do que eu era; e conheci com evidência que deveria ter vindo de alguma natureza que fosse efetivamente mais perfeita.
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conhecimento,
Descrição e Interpretação da Atividade Cognitiva,
O Racionalismo de Descartes
domingo, 17 de janeiro de 2016
A ética deontológica de Kant
BOA VONTADE
AÇÕES POR DEVER E AÇÕES EM CONFORMIDADE COM O DEVER
A RELAÇÃO ENTRE O DEVER E A LEI MORAL
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Duas vidas valem mais que uma?
Dilema do Trolley
Da dúvida ao cogito
(…) Mas agora que resolvi dedicar-me apenas à descoberta da verdade, pensei que era necessário proceder exactamente ao contrário, e rejeitar como falso tudo aquilo que pudesse suscitar a menor dúvida, para ver se depois disso algo restaria nas minhas opiniões que fosse absolutamente indubitável.
Razões para duvidar
Das coisas que se podem pôr em dúvida
Notei, há alguns anos já, que, tendo recebido desde a mais tenra idade tantas coisas falsas por verdadeiras, e sendo tão duvidoso tudo o que depois sobre elas fundei, tinha de deitar abaixo tudo, inteiramente, por uma vez na minha vida, e começar, de novo, desde os primeiros fundamentos, se quisesse estabelecer algo de seguro e duradouro nas ciências.
Razões céticas para duvidar
O argumento da ilusão é um argumento cético que questiona a fiabilidade dos sentidos, ameaçando assim enfraquecer o realismo do senso comum. Habitualmente, nós confiamos nos nossos sentidos, mas, por vezes, eles enganam-nos. Por exemplo, quase toda a gente já teve a experiência embaraçosa de parecer reconhecer um amigo à distância, para descobrir depois que estamos a acenar a um desconhecido.
Cérebro numa cuba?

A visão mais extrema deste ceticismo acerca do mundo exterior e da minha relação com ele é imaginar que não tenho corpo. Tudo o que sou é um cérebro a flutuar numa cuba de produtos químicos. Um cientista perverso ligou de tal forma fios ao meu cérebro. Um cientista perverso ligou de tal forma fios ao meu cérebro que tenho a ilusão da experiência sensorial.
Poderão existir verdades objetivas em ética?
É verdade, julgo eu, que não existe qualquer realidade moral comparável à do mundo físico. Contudo, não se segue daqui que não possam existir verdades objetivas na ética. A ética pode ter uma base objetiva de outra forma.
Uma investigação pode ser objetiva de duas formas:
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Relativismo cultural

Gaugin
Relativismo cultural - Aqui
Objeções ao relativismo cultural - aqui
Críticas ao relativismo cultural - aqui
O relativismo cultural - consequências - aqui
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10º ano,
O problema da subjetividade e objetividade dos valores,
Os Valores: Análise e Compreensão da Experiência Valorativa
O problema da subjetividade, relatividade ou objetividade dos valores
Relação valorativa
Magritte
Avaliar é exatamente estabelecer diferenças entre umas coisas e outras, preferir isto àquilo e escolher o que tem de ser conservado porque tem mais interesse que o resto. O trabalho de avaliar é tarefa humana por excelência e a base de qualquer cultura humana.
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10º ano,
O que são os valores,
Os Valores: Análise e Compreensão da Experiência Valorativa,
Valores e valoração
domingo, 3 de janeiro de 2016
Contra-exemplos para a teoria CVJ
Três Contra-Exemplos à Teoria CVJ
Em 1963, o filósofo Edmund Gettier publicou dois contra-exemplos para a teoria CVJ. O que é um contra-exemplo? É um exemplo que contradiz o que diz uma teoria geral. Um contra-exemplo contra uma generalização mostra que a generalização é falsa. A teoria CVJ diz que todos os casos de crença verdadeira justificada são casos de conhecimento. Gettier pensa que estes dois exemplos mostram que um indivíduo pode ter uma crença verdadeira justificada mas não ter conhecimento. Se Gettier tiver razão, então as três condições indicadas pela teoria CVJ não são suficientes.
Requisitos para o conhecimento: crença, verdade e justificação
Dois Requisitos para o Conhecimento: Crença e Verdade
Devemos fazer notar duas ideias que fazem parte do conceito de conhecimento. Primeiro, se S sabe que p (que uma proposição é verdadeira), então tem de acreditar que p. Segundo, se S sabe que p, então p tem de ser verdadeira. O conhecimento requer tanto a crença quanto a verdade. Comecemos pela segunda ideia. As pessoas às vezes dizem que sabem coisas que mais tarde se revelam falsas. Mas isto não é saber coisas que são falsas, é pensar que se sabem coisas que, de facto, são falsas.
Definição tripartida de conhecimento
Sócrates: Diz-me, então, qual a melhor definição que poderíamos dar de conhecimento, para não nos contradizermos?
(…)
Teeteto: A de que a crença verdadeira é conhecimento? Certamente que a crença verdadeira é infalível e tudo o que dela resulta é belo e bom.
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11º ano,
Crença Verdadeira Justificada,
Descrição e Interpretação da Atividade Cognitiva,
Elementos constitutivos do conhecimento
Conhecimento a posteriori e a priori
O inato e o a priori - aqui
Retire um livro retangular da sua estante e olhe para a capa. Qual é a cor predominante, e quantos lados tem? Ao responder a estas questões, o leitor fica a saber duas coisas acerca deste livro, e esses dois factos mostram uma importante distinção entre duas maneiras que temos de adquirir conhecimento.
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11º ano,
Descrição e Interpretação da Atividade Cognitiva,
Estrutura do ato de conhecer,
Fontes de conhecimento
Tipos de conhecimento

Edgar Degas
O que é o conhecimento - tipos de conhecimento - aqui
Tipos de conhecimento - aqui
Antes de discutirmos se temos ou não conhecimento, temos de tornar claro o que é o conhecimento. Podemos falar de conhecimento em três sentidos diferentes, mas apenas um nos vai interessar.
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11º ano,
Descrição e Interpretação da Atividade Cognitiva,
Estrutura do ato de conhecer,
Tipos de Conhecimento
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
domingo, 6 de dezembro de 2015
12 Homens em Fúria

Realização: Sidney Lumet
Argumento: Reginald Rose
Argumento: Reginald Rose
Produção: Henry Fonda e Reginald Rose
Ano: 1957
Duração: 92 minutos
Um júri composto por doze jurados reúne-se para decidir a sentença no julgamento de um jovem de 18 anos acusado de matar o pai. As orientações do juiz são as de que devem chegar a uma decisão unânime e de que o réu deve ser considerado inocente no caso de existir uma dúvida legítima quanto à sua culpa. O veredicto de «culpado» conduzirá obrigatoriamente a uma pena de morte.
sábado, 5 de dezembro de 2015
O Círculo Delaunay
De 20 nov 2015 a 22 fev 2016
Centro de Arte Moderna - Gulbenkian
Gulbenkian - Agenda Dezembro - aqui
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Museu de Arte Antiga - Colección Masaveu
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Museu Nacional de Arte Antiga
Grandes Mestres da Pintura Espanhola
Greco, Zurbarán, Goya
20 Novembro de 2015 a 03 Abril de 2016
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