Matriz/ Sínteses/ Esquemas
domingo, 24 de janeiro de 2016
A realidade do mundo físico
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11º ano,
Análise comparativa de duas teorias explicativas do conhecimento,
O Racionalismo de Descartes
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Deus existe
O papel de Deus no sistema cartesiano - aqui
Depois, tendo refletido que duvidava, e, por consequência, o meu ser não era inteiramente perfeito, pois claramente via que o conhecer é uma maior perfeição que o duvidar, lembrei-me de procurar donde me teria vindo o pensamento de alguma cousa de mais perfeito do que eu era; e conheci com evidência que deveria ter vindo de alguma natureza que fosse efetivamente mais perfeita.
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conhecimento,
Descrição e Interpretação da Atividade Cognitiva,
O Racionalismo de Descartes
domingo, 17 de janeiro de 2016
A ética deontológica de Kant
BOA VONTADE
AÇÕES POR DEVER E AÇÕES EM CONFORMIDADE COM O DEVER
A RELAÇÃO ENTRE O DEVER E A LEI MORAL
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Duas vidas valem mais que uma?
Dilema do Trolley
Da dúvida ao cogito
(…) Mas agora que resolvi dedicar-me apenas à descoberta da verdade, pensei que era necessário proceder exactamente ao contrário, e rejeitar como falso tudo aquilo que pudesse suscitar a menor dúvida, para ver se depois disso algo restaria nas minhas opiniões que fosse absolutamente indubitável.
Razões para duvidar
Das coisas que se podem pôr em dúvida
Notei, há alguns anos já, que, tendo recebido desde a mais tenra idade tantas coisas falsas por verdadeiras, e sendo tão duvidoso tudo o que depois sobre elas fundei, tinha de deitar abaixo tudo, inteiramente, por uma vez na minha vida, e começar, de novo, desde os primeiros fundamentos, se quisesse estabelecer algo de seguro e duradouro nas ciências.
Razões céticas para duvidar
O argumento da ilusão é um argumento cético que questiona a fiabilidade dos sentidos, ameaçando assim enfraquecer o realismo do senso comum. Habitualmente, nós confiamos nos nossos sentidos, mas, por vezes, eles enganam-nos. Por exemplo, quase toda a gente já teve a experiência embaraçosa de parecer reconhecer um amigo à distância, para descobrir depois que estamos a acenar a um desconhecido.
Cérebro numa cuba?

A visão mais extrema deste ceticismo acerca do mundo exterior e da minha relação com ele é imaginar que não tenho corpo. Tudo o que sou é um cérebro a flutuar numa cuba de produtos químicos. Um cientista perverso ligou de tal forma fios ao meu cérebro. Um cientista perverso ligou de tal forma fios ao meu cérebro que tenho a ilusão da experiência sensorial.
Poderão existir verdades objetivas em ética?
É verdade, julgo eu, que não existe qualquer realidade moral comparável à do mundo físico. Contudo, não se segue daqui que não possam existir verdades objetivas na ética. A ética pode ter uma base objetiva de outra forma.
Uma investigação pode ser objetiva de duas formas:
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Relativismo cultural

Gaugin
Relativismo cultural - Aqui
Objeções ao relativismo cultural - aqui
Críticas ao relativismo cultural - aqui
O relativismo cultural - consequências - aqui
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10º ano,
O problema da subjetividade e objetividade dos valores,
Os Valores: Análise e Compreensão da Experiência Valorativa
O problema da subjetividade, relatividade ou objetividade dos valores
Relação valorativa
Magritte
Avaliar é exatamente estabelecer diferenças entre umas coisas e outras, preferir isto àquilo e escolher o que tem de ser conservado porque tem mais interesse que o resto. O trabalho de avaliar é tarefa humana por excelência e a base de qualquer cultura humana.
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10º ano,
O que são os valores,
Os Valores: Análise e Compreensão da Experiência Valorativa,
Valores e valoração
domingo, 3 de janeiro de 2016
Contra-exemplos para a teoria CVJ
Três Contra-Exemplos à Teoria CVJ
Em 1963, o filósofo Edmund Gettier publicou dois contra-exemplos para a teoria CVJ. O que é um contra-exemplo? É um exemplo que contradiz o que diz uma teoria geral. Um contra-exemplo contra uma generalização mostra que a generalização é falsa. A teoria CVJ diz que todos os casos de crença verdadeira justificada são casos de conhecimento. Gettier pensa que estes dois exemplos mostram que um indivíduo pode ter uma crença verdadeira justificada mas não ter conhecimento. Se Gettier tiver razão, então as três condições indicadas pela teoria CVJ não são suficientes.
Requisitos para o conhecimento: crença, verdade e justificação
Dois Requisitos para o Conhecimento: Crença e Verdade
Devemos fazer notar duas ideias que fazem parte do conceito de conhecimento. Primeiro, se S sabe que p (que uma proposição é verdadeira), então tem de acreditar que p. Segundo, se S sabe que p, então p tem de ser verdadeira. O conhecimento requer tanto a crença quanto a verdade. Comecemos pela segunda ideia. As pessoas às vezes dizem que sabem coisas que mais tarde se revelam falsas. Mas isto não é saber coisas que são falsas, é pensar que se sabem coisas que, de facto, são falsas.
Definição tripartida de conhecimento
Sócrates: Diz-me, então, qual a melhor definição que poderíamos dar de conhecimento, para não nos contradizermos?
(…)
Teeteto: A de que a crença verdadeira é conhecimento? Certamente que a crença verdadeira é infalível e tudo o que dela resulta é belo e bom.
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11º ano,
Crença Verdadeira Justificada,
Descrição e Interpretação da Atividade Cognitiva,
Elementos constitutivos do conhecimento
Conhecimento a posteriori e a priori
O inato e o a priori - aqui
Retire um livro retangular da sua estante e olhe para a capa. Qual é a cor predominante, e quantos lados tem? Ao responder a estas questões, o leitor fica a saber duas coisas acerca deste livro, e esses dois factos mostram uma importante distinção entre duas maneiras que temos de adquirir conhecimento.
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11º ano,
Descrição e Interpretação da Atividade Cognitiva,
Estrutura do ato de conhecer,
Fontes de conhecimento
Tipos de conhecimento

Edgar Degas
O que é o conhecimento - tipos de conhecimento - aqui
Tipos de conhecimento - aqui
Antes de discutirmos se temos ou não conhecimento, temos de tornar claro o que é o conhecimento. Podemos falar de conhecimento em três sentidos diferentes, mas apenas um nos vai interessar.
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11º ano,
Descrição e Interpretação da Atividade Cognitiva,
Estrutura do ato de conhecer,
Tipos de Conhecimento
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
domingo, 6 de dezembro de 2015
12 Homens em Fúria

Realização: Sidney Lumet
Argumento: Reginald Rose
Argumento: Reginald Rose
Produção: Henry Fonda e Reginald Rose
Ano: 1957
Duração: 92 minutos
Um júri composto por doze jurados reúne-se para decidir a sentença no julgamento de um jovem de 18 anos acusado de matar o pai. As orientações do juiz são as de que devem chegar a uma decisão unânime e de que o réu deve ser considerado inocente no caso de existir uma dúvida legítima quanto à sua culpa. O veredicto de «culpado» conduzirá obrigatoriamente a uma pena de morte.
sábado, 5 de dezembro de 2015
O Círculo Delaunay
De 20 nov 2015 a 22 fev 2016
Centro de Arte Moderna - Gulbenkian
Gulbenkian - Agenda Dezembro - aqui
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Museu de Arte Antiga - Colección Masaveu
Clica na imagem
Museu Nacional de Arte Antiga
Grandes Mestres da Pintura Espanhola
Greco, Zurbarán, Goya
20 Novembro de 2015 a 03 Abril de 2016
sábado, 28 de novembro de 2015
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
sábado, 21 de novembro de 2015
Argumentação, verdade e ser

Porque em filosofia argumentamos
uns com os outros sobre questões filosóficas é natural pensar que a filosofia é
um processo "adversarial" [antagónico] como dois advogados (o de
acusação e o de defesa) que argumentam um contra o outro num tribunal.
Aki Takase/Maria João. What a Wonderful World
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música
domingo, 15 de novembro de 2015
Retórica e persuasão
SÓCRATES: Afirmas que és capaz de ensinar a retórica a quem a quiser aprender contigo?
GÓRGIAS: Afirmo.
SÓCRATES: De tal modo que essa pessoa fique em condições de ganhar o assentimento de uma assembleia sobre qualquer assunto, sem a instruir recorrendo apenas à persuasão?
O bom uso da retórica
Primeiro, tens de conhecer a verdade sobre tudo o que falas ou escreves; tens de aprender a definir cada coisa em si própria; e, uma vez definida, tens de saber como dividi-la em categorias até chegares a algo indivisível.
sábado, 14 de novembro de 2015
O problema do livre arbítrio - teorias
Supõe que estás na bicha de uma cantina e que, quando chegas às sobremesas, hesitas entre um pêssego e uma grande fatia de bolo de chocolate com uma cremosa cobertura de natas. O bolo tem bom aspecto, mas sabes que engorda. Ainda assim, tiras o bolo e come-lo com prazer. No dia seguinte vês-te ao espelho, ou pesas-te, e pensas: «Quem me dera não ter comido o bolo de chocolate. Podia ter comido antes o pêssego.»
«Podia ter comido antes o pêssego.» Que quer isto dizer? E será verdade?
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10º ano,
A Ação Humana: Análise e Compreensão do Agir,
Determinismo e liberdade na ação humana,
O problema do livre-arbítrio
Oscar Peterson Trio with Joe Pass - Sweet Georgia Brown (Italien, 1985, HD)
Sugestão musical para este fim de semana
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música
Guia das falácias
O objectivo de um argumento é expor as razões (premissas) que sustentam uma conclusão. Um argumento é falacioso quando parece que as razões apresentadas sustentam a conclusão, mas na realidade não sustentam.
sábado, 7 de novembro de 2015
João Barradas - Segment / Diverse (Charlie Parker)
Sugestão musical para este fim de semana
João Barradas, um muito jovem talento, campeão nacional e vice campeão mundial no acordeão.
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música
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
O dilema do prisioneiro
Van Gogh
No início da década de 1980, Robert Axelrod, sociólogo americano, fez uma descoberta notável acerca da natureza da cooperação. A verdadeira importância do resultado de Axelrod ainda não foi devidamente valorizada fora de um grupo restrito de especialistas. Encerra a potencialidade de alterar não apenas as nossas vidas pessoais, como também o mundo da política internacional.
Argumentos por analogia
Os argumentos por analogia, em vez de multiplicarem exemplos para apoiarem uma generalização, argumentam a partir de um caso ou exemplo específico para provarem que outro caso, semelhante ao primeiro em muitos aspetos, é também semelhante num outro aspecto determinado.
Egoísmo psicológico
Magritte
O egoísmo psicológico é uma teoria da motivação que afirma que todos os nossos desejos últimos se referem a nós mesmos. Sempre que queremos bem aos outros (ou mal), temos esses desejos que se referem aos outros apenas instrumentalmente; preocupamo-nos com os outros apenas porque pensamos que o seu bem-estar influenciará o nosso próprio bem-estar.
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Generalizações e previsões
Van Gogh
"Todos os corvos que até hoje se observaram são negros
Todos os corvos são negros"
A generalização é um tipo muito comum de inferência indutiva, que estabelece uma conclusão geral como, por exemplo, "os portugueses são machistas" a partir de casos menos gerais.
Ação, intenção e deliberação
Balthus
Um erro comum que existe na teoria da ação é supor que todas as ações intencionais são o resultado de alguma espécie de deliberação, que são o produto de uma cadeia de raciocínio prático. Mas, obviamente, muitas coisas que fazemos não são assim. Simplesmente fazemos alguma coisa sem qualquer reflexão prévia.
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10º ano,
A Ação Humana: Análise e Compreensão do Agir,
A natureza das ações,
A rede conceptual da ação humana
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
O âmbito e os meios da Retórica

Entendamos por retórica a capacidade de descobrir o que é adequado a cada caso com o fim de persuadir. Esta não é seguramente a função de nenhuma outra arte; pois cada uma das outras apenas é instrutiva e persuasiva nas áreas da sua competência; (…) Mas a retórica parece ter, por assim dizer, a faculdade de descobrir os meios de persuasão sobre qualquer questão dada. (…)
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11º ano,
Argumentação filosofia e retórica,
O domínio do discurso argumentativo,
Racionalidade Argumentativa e Filosofia
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