quarta-feira, 22 de julho de 2015
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Exame Nacional de Filosofia 2015 - 1ª Fase
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Exames
terça-feira, 26 de maio de 2015
domingo, 10 de maio de 2015
Keith Jarrett- My Song
Sugestão musical para este domingo
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Orientações 5º Teste (global)
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5º teste
domingo, 3 de maio de 2015
Razões morais para incrementar
A incapacidade é uma condição em que há dano para a
pessoa, que pode ser de natureza física ou mental. Uma incapacidade é uma
desvantagem. Mas, como se poderia pensar, não é uma desvantagem em relação às
condições do ser humano típico — é antes uma desvantagem em relação a qualquer
alternativa relevante.
O problema da definição de arte - teorias
Vermeer, A Leiteira (1688)
O que é a arte? Três teorias sobre um problema central da estética - Crítica
TEORIA DA ARTE COMO IMITAÇÃO
Esta é uma das mais antigas teorias da arte. Foi, aliás, durante muito tempo aceite pelos próprios artistas como inquestionável. A definição que constitui a sua tese central é a seguinte:
domingo, 26 de abril de 2015
Orientações 5º Teste (Global)
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5º teste
O desenvolvimento da ciência - Popper e Kuhn
A mistura de fatores objetivos e subjetivos na escolha das teorias
(…) Mas devemos ir além da lista de critérios partilhados para as características dos indivíduos que fizeram a escolha. Quer dizer, há que lidar com características que variam de um cientista para outro sem com isso arriscar minimamente a sua aderência aos cânones que tornam científica a ciência. Embora tais cânones existam e devam ser descobertos (sem dúvida, os critérios de escolha com que comecei estão entre eles), não são por si suficientes para determinar as decisões dos cientistas individuais. Para esse propósito, os cânones partilhados devem estudar-se de maneiras que diferem de um indivíduo para outro.
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11º ano,
A racionalidade científica e a questão da objetividade,
O Conhecimento Científico,
Os paradigmas segundo Kunh
A incomensurabilidade dos paradigmas
À semelhança da escolha entre instituições políticas rivais, a que se verifica entre paradigmas rivais revela ser uma escolha entre modos de vida comunitária incompatíveis. Devido a este caráter, a escolha não é, nem pode ser, determinada meramente pelos procedimentos de avaliação característicos da ciência normal, pois estes dependem, em parte, de um paradigma específico, e esse paradigma está em causa.
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11º ano,
A racionalidade científica e a questão da objetividade,
O Conhecimento Científico,
Os paradigmas segundo Kunh
A evolução da ciência segundo Kuhn
A ciência normal, a atividade em que, inevitavelmente, a maioria dos cientistas consome quase todo o seu tempo, constitui-se na suposição de que a comunidade científica sabe como é o mundo. Grande parte do êxito da pesquisa deve-se ao facto da comunidade se encontrar disposta a defender essa suposição, mesmo que seja necessário pagar um preço elevado. A ciência normal, por exemplo, suprime frequentemente inovações fundamentais, devido a permanecerem demasiado subversivas relativamente às suas crenças habituais.
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11º ano,
A possibilidade do Conhecimento,
A racionalidade científica e a questão da objetividade,
Os paradigmas segundo Kunh
segunda-feira, 13 de abril de 2015
O problema da natureza dos juízos estéticos
A atitude estética
Van Gogh
A atitude estética, ou a «forma estética de contemplar o mundo», é geralmente contraposta à atitude prática, na qual só interessa a utilidade do objecto em questão. O verdadeiro negociante de terrenos que contempla uma paisagem só a pensar no possível valor monetário do que vê não está a contemplar esteticamente a paisagem.
domingo, 12 de abril de 2015
crítica libertarista de Nozick
António Berni
Pensar que a tarefa de uma teoria distributiva da justiça é preencher o espaço em branco em «a cada um de acordo com o seu ___» é estar predisposto a procurar um padrão; e o tratamento separado de «de cada um de acordo com o seu___» encara a produção e a distribuição como dois assuntos separados e independentes.
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10º ano,
A Dimensão Ético-Política: Análise e Compreensão da Experiência Convivencial,
Críticas a Rawls,
Ética direito e política
Billie Holiday - All of me
Sugestão musical para este domingo
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A perspetiva de Popper sobre o desenvolvimento da ciência
O cientista individual pode desejar estabelecer a sua teoria
em vez de refutá-la. Mas, do ponto de vista do progresso da ciência, esse
desejo pode induzi-lo seriamente em erro. Mais ainda, se não examinar a sua
teoria preferida de modo crítico, outros o farão por ele.
O critério da demarcação
Magritte
As teorias científicas estão formuladas em termos precisos, e por isso conduzem a previsões definidas. As leis de Newton, por exemplo, dizem-nos exactamente onde certos planetas aparecerão em certos momentos. Popper chama a isto o "problema da demarcação" — qual é a diferença entre a ciência e outras formas de crença? A sua resposta é que a ciência, ao contrário da superstição, pelo menos é falsificável, mesmo que não possa ser provada. E isto significa que, se tais previsões fracassarem, poderemos ter a certeza de que a teoria que está por detrás delas é falsa.
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11º ano,
Ciência e construção: a verificabilidade das hipóteses,
O Conhecimento Científico,
O problema da demarcação
sexta-feira, 3 de abril de 2015
A perspetiva falsificacionista de popper
O falsificacionismo - aqui
O falsificacionismo: conjetura e refutação - aqui
A perspetiva falsificacionista - aqui
A perspetiva de Karl Popper é que a ciência, em vez de progredir através de teorias que são confirmadas indutivamente, progride na verdade através de teorias que são falsificadas por raciocínio dedutivo.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
O problema da indução
De acordo com uma tese amplamente
aceite – e que aqui oporemos -, as ciências empíricas podem caracterizar-se
pelo facto de empregarem os chamados métodos indutivos. Segundo esta
perspetiva, a lógica da investigação científica seria idêntica à lógica indutiva,
ou seja, à análise lógica de tais métodos indutivos.
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11º ano,
Ciência e construção: a verificabilidade das hipóteses,
O Conhecimento Científico
A perspetiva indutivista do método científico
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Ciência e construção: a verificabilidade das hipóteses,
O Conhecimento Científico
Ciência e senso comum - continuidade ou rutura?
[...] Pareceu-nos sempre cada vez
mais claro, no decorrer dos nossos estudos, que o espírito científico contemporâneo
não podia ser colocado em continuidade com o simples bom senso, que este novo
espírito científico representava um jogo mais arriscado, que ele formulava
teses que, inicialmente, podem chocar o senso comum.
Véu de ignorância
Suponhamos que, num futuro não muito distante, deixa de haver oferta de árbitros de futebol. (…) Para muitos jogos, torna-se impossível descobrir um árbitro neutro. Suponhamos que foi isto que se passou no jogo entre o Futebol Clube do Porto e o Benfica e suponhamos também que o único árbitro qualificado a assistir ao desafio é o presidente do Futebol Clube do Porto.
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A Dimensão Ético-Política: Análise e Compreensão da Experiência Convivencial,
A teoria da justiça de Rawls,
Ética direito e política
A Teoria da Justiça de Rawls
segunda-feira, 16 de março de 2015
"Oficina de Ideias" na Semana Cultural da ESDJII
Exposição de Livros e Guiões de Exploração/Exercícios/ Planos de Discussão, do Projeto Oficina de Ideias, da professora Maria do Céu Oliveira, com a participação das monitoras - Ana Aires Breysse ( Projeto "Livres Pensadores" - Filosofia Aplicada) e Joana Rita Sousa (Projeto "Filosofia com Crianças")
domingo, 15 de março de 2015
segunda-feira, 9 de março de 2015
O Princípio do Dano
É o princípio de que o único fim para o qual as pessoas têm justificação, individual ou coletivamente, em interferir na liberdade de ação de outro, é a autoproteção. É o princípio de que o único fim em função do qual o poder pode ser corretamente exercido sobre qualquer membro de uma comunidade civilizada, contra a sua vontade, é o de prevenir dano a outros.
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Ética direito e política,
Ética e direito
sábado, 7 de março de 2015
Do senso comum à ciência
Uma característica notável de muita da informação que adquirimos através da experiência comum é que, embora ela possa ser suficientemente precisa dentro de certos limites, raramente é acompanhada por qualquer explicação que nos diga por que se deram certos factos alegados.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Ética com Razões
Título: Ética com Razões
Autor: Pedro Galvão
Editora: Fundação Francisco Manuel dos Santos
"A MINHA ESCOLA É UM MUSEU"
Reproduções de duas dezenas de
obras da coleção permanente do Museu do Prado, em Madrid, Espanha, integram uma
exposição patente na nossa escola - Escola Secundária D. João II - de 26 de
fevereiro a 5 de março.
Orientações 4º Teste
Orientações 4º teste
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
O problema do mundo exterior
Matisse
É
uma questão de facto se as percepções dos sentidos são produzidas por objetos
externos, a elas semelhantes: como irá decidir-se tal questão?
O inato e o a priori
É importante notar que o tópico do inatismo é distinto da questão do a priori. O inatismo não diz respeito à justificação; é apenas uma noção temporal que tem que ver com a questão de perceber se certos conceitos, crenças ou capacidades são possuídos à nascença. A categoria do a priori, no entanto, destaca as verdades em que temos justificação para acreditar sem atendermos à nossa experiência.
A ideia de conexão necessária
Magritte
Quando olhamos para os objetos
exteriores à nossa volta e consideramos a operação das causas, nunca somos
capazes de identificar, num caso singular, qualquer poder ou conexão
necessária, qualquer qualidade que ligue o efeito à causa e torne o primeiro
uma consequência infalível da segunda.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Crime e castigo
Por um lado temos uma velha estúpida sem préstimo, uma nulidade, maldosa e doente, inútil para toda a gente, ou antes, que prejudica toda a gente, que nem sabe, ela própria por que vive (…) Por outro lado, temos forças jovens, frescas, que se perdem inutilmente por falta de apoio, há milhares de jovens desses por todo o lado! Já viste que se podiam fazer cem, mil boas iniciativas com o dinheiro da velha (…).
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A Dimensão Ético-Política: Análise e Compreensão da Experiência Convivencial,
A ética de Stuart Mill
O problema da previsão das consequências
Os defensores da utilidade também são frequentemente chamados a responder a objeções como esta – que antes da ação, não há tempo para calcular e pesar os efeitos de qualquer linha de conduta na felicidade geral. Isto é exactamente como se alguém dissesse que é impossível guiar a nossa conduta pelo cristianismo, já que sempre que tenho de fazer alguma coisa, não há tempo para ler todo o Antigo e o Novo Testamento. A resposta à objeção é que tem havido muito tempo, nomeadamente todo o passado da espécie humana.
domingo, 15 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Críticas ao Utilitarismo
Apesar dos princípios utilitaristas parecerem apelativos, há muitas dificuldades que se levantam quando tentamos coloca-los em prática.
É extremamente difícil medir a felicidade de pessoas diferentes. Quem decidirá se o enorme prazer do sádico ultrapassa ou não o sofrimento da sua vítima? Ou como se compara o prazer que um entusiasta de futebol tem quando a sua equipa marca um golo brilhante com as deleitosas vibrações de um devoto da ópera que ouve uma ária favorita? E como se comparam estes tipos de prazer com sensações de caráter mais físico, tais como as que se obtêm com o sexo e a alimentação?
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Questões de facto e relação de causalidade
Todos os raciocínios relativos aos factos parecem fundar-se na relação de causa e efeito. Só mediante esta relação podemos ir além do testemunho da nossa memória e dos nossos sentidos. Se perguntássemos a um homem porque acredita ele em alguma questão de facto que está ausente, por exemplo, que o seu amigo está no campo ou na França, fornecer-nos-ia uma razão e esta razão seria algum outro facto, como uma carta dele recebida ou o conhecimento das suas antigas resoluções e promessas.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Relações de ideias e questões de facto
Todos os objectos da razão ou
investigação humanas podem naturalmente dividir-se em duas classes, a saber,
Relações de Ideias e Questões de Facto.
Conteúdos da mente: impressões e ideias
Matisse
ESQUEMA/ SÍNTESE - CONTEÚDOS DA MENTE - AQUI
Podemos aqui, portanto, dividir todas as perceções da mente em duas classes ou espécies, que se distinguem pelos seus diferentes graus de força e vivacidade. As que são menos fortes e vividas são geralmente chamadas pensamentos ou ideias.
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Princípios secundários
Klee
Os defensores da utilidade são frequentemente chamados a responder a objeções como esta – que antes da ação, não há tempo para calcular e pesar os efeitos de qualquer linha de conduta na felicidade geral. Isto é exactamente como se alguém dissesse que é impossível guiar a nossa conduta pelo cristianismo, já que, sempre que tenha de se fazer alguma coisa, não há tempo para ler todo o antigo testamento.
Utilitarismo
Renoir
Os utilitaristas sustentam que há um princípio que resume todos os nossos deveres morais. O princípio moral fundamental é o de que devemos fazer aquilo que produza os maiores benefícios possíveis para todos os que serão afectados pela nossa ação.
Este «princípio da utilidade» é enganosamente simples. Na verdade, é uma combinação de três ideias.
Utilitarismo - uma ética consequencialista
O utilitarismo é o tipo mais bem conhecido de teoria ética consequencialista. Os seus mais famosos defensores foram Jeremy Bentham (1748-1832) e John Stuart Mill (1806-1873). O utilitarismo baseia-se no pressuposto de que o objetivo último de toda a atividade humana é (num certo sentido) a felicidade. Esta perspetiva é conhecida como hedonismo.
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