segunda-feira, 16 de março de 2015
"Oficina de Ideias" na Semana Cultural da ESDJII
Exposição de Livros e Guiões de Exploração/Exercícios/ Planos de Discussão, do Projeto Oficina de Ideias, da professora Maria do Céu Oliveira, com a participação das monitoras - Ana Aires Breysse ( Projeto "Livres Pensadores" - Filosofia Aplicada) e Joana Rita Sousa (Projeto "Filosofia com Crianças")
domingo, 15 de março de 2015
segunda-feira, 9 de março de 2015
O Princípio do Dano
É o princípio de que o único fim para o qual as pessoas têm justificação, individual ou coletivamente, em interferir na liberdade de ação de outro, é a autoproteção. É o princípio de que o único fim em função do qual o poder pode ser corretamente exercido sobre qualquer membro de uma comunidade civilizada, contra a sua vontade, é o de prevenir dano a outros.
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A Dimensão Ético-Política: Análise e Compreensão da Experiência Convivencial,
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sábado, 7 de março de 2015
Do senso comum à ciência
Uma característica notável de muita da informação que adquirimos através da experiência comum é que, embora ela possa ser suficientemente precisa dentro de certos limites, raramente é acompanhada por qualquer explicação que nos diga por que se deram certos factos alegados.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Ética com Razões
Título: Ética com Razões
Autor: Pedro Galvão
Editora: Fundação Francisco Manuel dos Santos
"A MINHA ESCOLA É UM MUSEU"
Reproduções de duas dezenas de
obras da coleção permanente do Museu do Prado, em Madrid, Espanha, integram uma
exposição patente na nossa escola - Escola Secundária D. João II - de 26 de
fevereiro a 5 de março.
Orientações 4º Teste
Orientações 4º teste
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
O problema do mundo exterior
Matisse
É
uma questão de facto se as percepções dos sentidos são produzidas por objetos
externos, a elas semelhantes: como irá decidir-se tal questão?
O inato e o a priori
É importante notar que o tópico do inatismo é distinto da questão do a priori. O inatismo não diz respeito à justificação; é apenas uma noção temporal que tem que ver com a questão de perceber se certos conceitos, crenças ou capacidades são possuídos à nascença. A categoria do a priori, no entanto, destaca as verdades em que temos justificação para acreditar sem atendermos à nossa experiência.
A ideia de conexão necessária
Magritte
Quando olhamos para os objetos
exteriores à nossa volta e consideramos a operação das causas, nunca somos
capazes de identificar, num caso singular, qualquer poder ou conexão
necessária, qualquer qualidade que ligue o efeito à causa e torne o primeiro
uma consequência infalível da segunda.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Crime e castigo
Por um lado temos uma velha estúpida sem préstimo, uma nulidade, maldosa e doente, inútil para toda a gente, ou antes, que prejudica toda a gente, que nem sabe, ela própria por que vive (…) Por outro lado, temos forças jovens, frescas, que se perdem inutilmente por falta de apoio, há milhares de jovens desses por todo o lado! Já viste que se podiam fazer cem, mil boas iniciativas com o dinheiro da velha (…).
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A ética de Stuart Mill
O problema da previsão das consequências
Os defensores da utilidade também são frequentemente chamados a responder a objeções como esta – que antes da ação, não há tempo para calcular e pesar os efeitos de qualquer linha de conduta na felicidade geral. Isto é exactamente como se alguém dissesse que é impossível guiar a nossa conduta pelo cristianismo, já que sempre que tenho de fazer alguma coisa, não há tempo para ler todo o Antigo e o Novo Testamento. A resposta à objeção é que tem havido muito tempo, nomeadamente todo o passado da espécie humana.
domingo, 15 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Críticas ao Utilitarismo
Apesar dos princípios utilitaristas parecerem apelativos, há muitas dificuldades que se levantam quando tentamos coloca-los em prática.
É extremamente difícil medir a felicidade de pessoas diferentes. Quem decidirá se o enorme prazer do sádico ultrapassa ou não o sofrimento da sua vítima? Ou como se compara o prazer que um entusiasta de futebol tem quando a sua equipa marca um golo brilhante com as deleitosas vibrações de um devoto da ópera que ouve uma ária favorita? E como se comparam estes tipos de prazer com sensações de caráter mais físico, tais como as que se obtêm com o sexo e a alimentação?
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Questões de facto e relação de causalidade
Todos os raciocínios relativos aos factos parecem fundar-se na relação de causa e efeito. Só mediante esta relação podemos ir além do testemunho da nossa memória e dos nossos sentidos. Se perguntássemos a um homem porque acredita ele em alguma questão de facto que está ausente, por exemplo, que o seu amigo está no campo ou na França, fornecer-nos-ia uma razão e esta razão seria algum outro facto, como uma carta dele recebida ou o conhecimento das suas antigas resoluções e promessas.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Relações de ideias e questões de facto
Todos os objectos da razão ou
investigação humanas podem naturalmente dividir-se em duas classes, a saber,
Relações de Ideias e Questões de Facto.
Conteúdos da mente: impressões e ideias
Matisse
ESQUEMA/ SÍNTESE - CONTEÚDOS DA MENTE - AQUI
Podemos aqui, portanto, dividir todas as perceções da mente em duas classes ou espécies, que se distinguem pelos seus diferentes graus de força e vivacidade. As que são menos fortes e vividas são geralmente chamadas pensamentos ou ideias.
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Princípios secundários
Klee
Os defensores da utilidade são frequentemente chamados a responder a objeções como esta – que antes da ação, não há tempo para calcular e pesar os efeitos de qualquer linha de conduta na felicidade geral. Isto é exactamente como se alguém dissesse que é impossível guiar a nossa conduta pelo cristianismo, já que, sempre que tenha de se fazer alguma coisa, não há tempo para ler todo o antigo testamento.
Utilitarismo
Renoir
Os utilitaristas sustentam que há um princípio que resume todos os nossos deveres morais. O princípio moral fundamental é o de que devemos fazer aquilo que produza os maiores benefícios possíveis para todos os que serão afectados pela nossa ação.
Este «princípio da utilidade» é enganosamente simples. Na verdade, é uma combinação de três ideias.
Utilitarismo - uma ética consequencialista
O utilitarismo é o tipo mais bem conhecido de teoria ética consequencialista. Os seus mais famosos defensores foram Jeremy Bentham (1748-1832) e John Stuart Mill (1806-1873). O utilitarismo baseia-se no pressuposto de que o objetivo último de toda a atividade humana é (num certo sentido) a felicidade. Esta perspetiva é conhecida como hedonismo.
O Utilitarismo é um tipo de Consequencialismo
O utilitarismo é um tipo de ética consequencialista. O seu princípio básico, conhecido como o Princípio da Utilidade ou da Maior Felicidade, é o seguinte: a acção moralmente certa é aquela que maximiza a felicidade para o maior número. E deve fazê-lo de uma forma imparcial: a tua felicidade não conta mais do que a felicidade de qualquer outra pessoa.
Utilitarismo
Matisse
O credo que aceita a utilidade, ou o Princípio Moral da maior Felicidade, como fundamento da moralidade, defende que as ações estão certas na medida em que tendem a promover a felicidade, erradas na medida em que tendem a reproduzir o inverso da felicidade. Por felicidade entende-se o prazer e a ausência de dor; por infelicidade, a dor e a privação de prazer.terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
O hedonismo qualitativo de Stuart Mill
Matisse
Se me perguntarem o que entendo pela natureza qualitativa dos prazeres, ou por aquilo que torna um prazer mais valioso que outro, simplesmente enquanto prazer e não por ser maior em quantidade, só há uma resposta possível. De dois prazeres, se houver um ao qual todos ou quase todos aqueles que tiveram a experiência de ambos darem uma preferência decidida, independentemente de sentirem qualquer obrigação moral para o preferis, então será esse o prazer mais desejável.(…)
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Orientações- 3º teste
Orientações - 3º teste
O teste da universalização
Edward Hopper
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Boa Vontade
domingo, 25 de janeiro de 2015
O Círculo Cartesiano
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O Racionalismo de Descartes
O mundo existe
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Dilema do Trolley
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Duas vidas valem mais que uma?
Magritte
O leitor é um cirurgião - e um pouco filósofo. É o chefe de uma equipa de primeira linha de especialistas em transplante de órgãos, com um registo imaculado de resultados de sucesso. Na sua lista de espera encontram-se quatro jovens, todos desesperadamente doentes e a precisarem urgentemente de transplantes sem os quais morrerão em breve. Andrea precisa de um transplante de fígado, Barry de coração, Clarissa de pâncreas e Donald de pulmões. Não existem dadores disponíveis. O leitor está desesperado.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
A existência de Deus - argumentos
O papel de Deus no sistema cartesiano - aqui
Depois, tendo refletido que duvidava, e, por consequência, o meu ser não era inteiramente perfeito, pois claramente via que o conhecer é uma maior perfeição que o duvidar, lembrei-me de procurar donde me teria vindo o pensamento de alguma cousa de mais perfeito do que eu era; e conheci com evidência que deveria ter vindo de alguma natureza que fosse efetivamente mais perfeita.
domingo, 18 de janeiro de 2015
Da dúvida ao cógito
(…) Mas agora que resolvi
dedicar-me apenas à descoberta da verdade, pensei que era necessário proceder
exactamente ao contrário, e rejeitar como falso tudo aquilo que pudesse
suscitar a menor dúvida, para ver se depois disso algo restaria nas minhas
opiniões que fosse absolutamente indubitável.
Razões para duvidar
Das coisas que se podem pôr em dúvida
Notei, há alguns anos já, que, tendo recebido desde a mais tenra idade tantas coisas falsas por verdadeiras, e sendo tão duvidoso tudo o que depois sobre elas fundei, tinha de deitar abaixo tudo, inteiramente, por uma vez na minha vida, e começar, de novo, desde os primeiros fundamentos, se quisesse estabelecer algo de seguro e duradouro nas ciências.
sábado, 17 de janeiro de 2015
Nick Cave & The Bad Seeds - The Weeping Song
Sugestão musical para este fim de semana
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Argumentos céticos
O mundo exterior
O ceticismo é a perspetiva que nega a possibilidade do conhecimento, total ou parcialmente. De acordo com os céticos não podemos ter a certeza de nada porque nenhuma das nossas crenças está devidamente justificada.
O ceticismo é a perspetiva que nega a possibilidade do conhecimento, total ou parcialmente. De acordo com os céticos não podemos ter a certeza de nada porque nenhuma das nossas crenças está devidamente justificada.
O argumento cético da ilusão
O argumento da ilusão é um argumento cético que questiona a fiabilidade dos sentidos, ameaçando assim enfraquecer o realismo do senso comum. Habitualmente, nós confiamos nos nossos sentidos, mas, por vezes, eles enganam-nos. Por exemplo, quase toda a gente já teve a experiência embaraçosa de parecer reconhecer um amigo à distância, para descobrir depois que estamos a acenar a um desconhecido.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Cérebro numa cuba?
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A MATRIX ENQUANTO HIPÓTESE METAFÍSICA
A visão mais extrema deste ceticismo acerca do mundo exterior e da minha relação com ele é imaginar que não tenho corpo. Tudo o que sou é um cérebro a flutuar numa cuba de produtos químicos. Um cientista perverso ligou de tal forma fios ao meu cérebro. Um cientista perverso ligou de tal forma fios ao meu cérebro que tenho a ilusão da experiência sensorial.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Racionalismo
Paul Klee
Consultar o Dicionário Escolar de Filosofia - RACIONALISMO
A posição filosófica segundo a
qual a razão tem um papel preponderante na aquisição de conhecimento. O
racionalismo é assim o oposto do EMPIRISMO. Tal como existem versões
radicais de empirismo que negam à razão qualquer papel na aquisição de conhecimento,
também as versões mais radicais de racionalismo negam aos sentidos qualquer
papel na aquisição de conhecimento.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Relativismo Cultural - consequências
(…) William Graham Sumner resume a essência do relativismo cultural. Sumner afirma que não há uma medida do certo e do errado, além dos padrões de uma dada sociedade: “A noção de certo está nos hábitos da população. Não reside além deles, não provém de origem independente, para os por à prova. O que estiver nos hábitos populares, seja o que for, está certo". Suponha-se que tomávamos isto a sério. Quais seriam algumas das consequências?
O que podemos aprender com o relativismo cultural?
Gaugin
Penso, na verdade, que há alguma coisa correta no relativismo cultural e quero agora passar a dizer o que é. Há duas lições que podemos aprender com a teoria, ainda que acabemos por rejeitá-la.
Primeiro, o relativismo cultural alerta-nos, de maneira correta, para os perigos de pressupor que todas as nossas preferências estão fundadas numa espécie de padrão racional absoluto. Não estão. Muitas das nossas práticas (mas não todas) são particularidades exclusivas da nossa sociedade. (…) O relativismo cultural começa com a preciosa observação de que muitas das nossas práticas são apenas isto; produtos culturais.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
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