segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
sábado, 27 de dezembro de 2014
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
The Little Match Girl
MOST TERRIBLY COLD it was; it snowed, and was
nearly quite dark, and evening—the last evening of the year. In this cold and
darkness there went along the street a poor little girl, bareheaded, and with naked
feet. When she left home she had slippers on, it is true; but what was the good
of that? They were very large slippers, which her mother had hitherto worn; so
large were they; and the poor little thing lost them as she scuffled away across
the street, because of two carriages that rolled by dreadfully fast.
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Boas Festas!
Silent Night - Franz Gruber
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música
A grin without a cat!
‘All
right,' said the Cat; and this time it vanished quite slowly, beginning with
the end of the tail, and ending with the grin, which remained some time after
the rest of it had gone.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Abrir Janelas
Este livro constitui um novo e precioso contributo dos autores para a valorização da filosofia e do seu ensino nas escolas.
Apresentação
Excerto
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Livros
sábado, 13 de dezembro de 2014
Nick Cave & the Bad Seeds - Into my arms
Sugestão musical para este fim de semana
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música
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Debate - 10º A / B
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10º ano,
A Ação Humana: Análise e Compreensão do Agir,
Determinismo e liberdade na ação humana
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Debate
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10º ano,
A Ação Humana: Análise e Compreensão do Agir,
debate,
Determinismo e liberdade na ação humana
domingo, 30 de novembro de 2014
Conhecimento ou ilusão?
Título Original: The
Matrix
Direção: Andy
Wachowski e Larry Wachowski
Ano de Lançamento
(EUA): 1999
Tempo de Duração: 136
minutos
No Matrix, seres humanos
imobilizados estão empilhados em quilómetros de altura, dentro de cubículos e
ligados a um computador que cria nos seus cérebros uma simulação do mundo real.
12 Homens em Fúria
Realização: Sidney Lumet
Argumento: Reginald Rose
Produção: Henry Fonda e Reginald Rose
Ano: 1957
Duração: 92 minutos
Um júri composto por doze jurados reúne-se para decidir a sentença
no julgamento de um jovem de 18 anos acusado de matar o pai. As orientações do
juiz são as de que devem chegar a uma decisão unânime e de que o réu deve ser
considerado inocente no caso de existir uma dúvida legítima quanto à sua culpa.
O veredicto de «culpado» conduzirá obrigatoriamente a uma pena de morte.
Realização: Sidney Lumet
Argumento: Reginald Rose
Produção: Henry Fonda e Reginald Rose
Ano: 1957
Duração: 92 minutos
Um júri composto por doze jurados reúne-se para decidir a sentença
no julgamento de um jovem de 18 anos acusado de matar o pai. As orientações do
juiz são as de que devem chegar a uma decisão unânime e de que o réu deve ser
considerado inocente no caso de existir uma dúvida legítima quanto à sua culpa.
O veredicto de «culpado» conduzirá obrigatoriamente a uma pena de morte.
sábado, 29 de novembro de 2014
The Beatles- Dear Prudence
Sugestão musical para este fim de semana
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música
Poderemos considerar as pessoas boas ou más se não tiverem livre-arbítrio?
Magritte
Avaliar as pessoas como boas ou más. Poderemos continuar a considerar
as pessoas boas ou más se elas não tiverem livre-arbítrio? Pode
parecer surpreendente que diga isto, mas não vejo razão para pensar que não.
Mesmo que não tenham livre-arbítrio, as pessoas não deixarão de ter virtudes e
vícios. Continuarão a ser corajosas ou cobardes, benevolentes ou cruéis,
generosas ou gananciosas.
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10º ano,
A Ação Humana: Análise e Compreensão do Agir,
Determinismo e liberdade na ação humana
sábado, 22 de novembro de 2014
Mozart - Symphony No. 25 in G minor
Sugestão musical para este fim de semana
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música
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Estudar para o teste
Estudar para o teste
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
O libertismo de Sartre
É estranho que
os filósofos tenham argumentado ao longo de milénios sobre o determinismo e o
livre-arbítrio, citando exemplos a favor de uma tese ou de outra sem primeiro
terem tentado explicitar a própria ideia de acção (…).
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10º ano,
A Ação Humana: Análise e Compreensão do Agir,
Determinismo e liberdade na ação humana,
libertismo,
O problema do livre-arbítrio
Fatalismo
Conheci um
homem já idoso que tinha sido oficial na primeira guerra mundial. Disse-me que
um dos seus problemas fora o de conseguir que os seus homens usassem capacete
quando se encontravam em risco de receber fogo inimigo.
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Determinismo e liberdade na ação humana,
Fatalismo,
O problema do livre-arbítrio
O dilema do determinismo
Magritte
Há um argumento, a que vou chamar
Argumento Básico, que parece provar que não podemos ser verdadeiramente ou
fundamentalmente responsáveis, moralmente, pelas nossas ações. Segundo este
Argumento Básico, não importa se o determinismo é verdadeiro ou falso.
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A Ação Humana: Análise e Compreensão do Agir,
Determinismo e liberdade na ação humana,
O problema do livre-arbítrio
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Será o determinismo compatível com a responsabilidade moral?
Personagens: Lázaro: defensor do livre arbítrio; Daniel: defensor do determinismo; Carolina: defensora do compatibilismo.
LÁZARO: Aí vem a Carolina. Talvez ela nos possa dizer o que pensa sobre o assunto.
DANIEL: Olá,
Carolina.
CAROLINA:
Olá, Daniel. Olá, Lázaro.
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Determinismo e liberdade na ação humana,
O problema do livre-arbítrio
Libertismo
Edward Hopper
O Libertismo é a perspetiva de que pelo menos algumas das nossas ações são livres porque, na verdade, não estão causalmente determinadas. Segundo esta teoria, as escolhas humanas não estão constrangidas da mesma forma que outros acontecimentos do mundo.
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libertismo,
O problema do livre-arbítrio
domingo, 16 de novembro de 2014
Dance of The Knights by Sergei Prokofiev
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música
sábado, 15 de novembro de 2014
O bom uso da retórica
Primeiro, tens de conhecer a
verdade sobre tudo o que falas ou escreves; tens de aprender a definir cada
coisa em si própria; e, uma vez definida, tens de saber como dividi-la em
categorias até chegares a algo indivisível.
Retórica e persuasão
SÓCRATES: Afirmas que és capaz de
ensinar a retórica a quem a quiser aprender contigo?
GÓRGIAS: Afirmo.
SÓCRATES: De tal modo que essa
pessoa fique em condições de ganhar o assentimento de uma assembleia sobre
qualquer assunto, sem a instruir recorrendo apenas à persuasão?
Retórica e manipulação
Muito do raciocínio prático é
dedicado a alterar os objetivos das pessoas. Procuramos colocar a situação a
uma luz diferente, de forma que as pessoas passem a partilhar os objetivos que
aprovamos ou que abandonem objetivos que desaprovamos.
Os sofistas e o mau uso da retórica
Os sofistas propunham-se,
mediante um pagamento, ganhar qualquer discussão, especialmente em tribunal,
por quaisquer meios de que dispusessem.
Argumentação e retórica
ARGUMENTOS INFORMAIS MAIS FREQUENTES
LÓGICA INFORMAL - FICHAS DE TRABALHO
ARGUMENTAÇÃO E RETÓRICA - FICHA DE TRABALHO
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11º ano,
Argumentação e retórica,
Fichas/ testes e exames,
Racionalidade Argumentativa e Filosofia
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
As pessoas serão responsáveis pelo que fazem?
Em 1924, dois adolescentes de Chicago, Richard Loeb e Nathan Leopold, raptaram e assassinaram um rapaz chamado Bobby Franks apenas para provar que conseguiam fazê-lo. O crime impressionou o público. Apesar da brutalidade do seu acto, Leopold e Loeb não pareciam especialmente perversos. Provinham de famílias ricas e eram ambos estudantes excelentes. Aos dezoito anos, Leopold era o licenciado mais jovem na história da Universidade de Chicago, e, aos dezanove anos, Loeb era a pessoa mais nova que se tinha licenciado na Universidade de Michigan. Leopold estava prestes a entrar na Escola de Direito de Harvard. Como era possível que tivessem cometido um assassinato absurdo?
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O problema do livre-arbítrio
O argumento determinista
Edward Hopper
(…) “Acredito no Livre Arbítrio. Não tenho outra escolha”.
Singer (Isaac Bashevis) sabia que este pequeno gracejo colocava uma questão filosófica séria. É difícil não pensar que temos livre arbítrio. Quando estamos a decidir o que fazer a escolha, a escolha parece inteiramente nossa. A sensação interior de liberdade é tão poderosa que podemos ser incapazes de abandonar a ideia de livre-arbítrio, por muito fortes que sejam as provas da sua inexistência.
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O problema do livre-arbítrio
O problema do livre arbítrio
Supõe que estás na bicha de uma cantina e que, quando chegas às sobremesas, hesitas entre um pêssego e uma grande fatia de bolo de chocolate com uma cremosa cobertura de natas. O bolo tem bom aspecto, mas sabes que engorda. Ainda assim, tiras o bolo e come-lo com prazer. No dia seguinte vês-te ao espelho, ou pesas-te, e pensas: «Quem me dera não ter comido o bolo de chocolate. Podia ter comido antes o pêssego.»
«Podia ter comido antes o pêssego.» Que quer isto dizer? E será verdade?
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O problema do livre-arbítrio
sábado, 8 de novembro de 2014
Pachelbel Canon in D Major
Sugestão musical para este fim de semana
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música
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Petição de princípio
Magritte
Petição de princípio (petitio principii): usar implicitamente
a sua conclusão como premissa.
Deus existe porque é a Bíblia que
o afirma e eu sei que isso é verdade porque foi
Deus, afinal, quem a escreveu!
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Falso dilema
Magritte
Reduzir as opções possíveis a
apenas duas, muitas vezes claramente opostas e injustas para a pessoa contra a
qual o dilema é colocado. Por exemplo: «É pegar ou largar». Um exemplo mais
subtil retirado do ensaio de um estudante: «Uma vez que o universo não pode ser
criado a partir do nada, teve de ser criado por uma força inteligente.» Será
que a criação por uma força inteligente é a única possibilidade?
Argumentos de autoridade
Magritte
(O argumento de autoridade é...) Um argumento baseado no testemunho de outras pessoas, em geral com uma forma lógica "X disse que P; logo, P", sendo X uma pessoa ou grupo de pessoas e P uma afirmação qualquer.
Argumentos por analogia
Os argumentos por analogia, em vez de multiplicarem exemplos para
apoiarem uma generalização, argumentam a partir de um caso ou exemplo
específico para provarem que outro caso, semelhante ao primeiro em muitos aspetos,
é também semelhante num outro aspecto determinado.
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
O dilema do prisioneiro
Van Gogh
No início da década de 1980, Robert
Axelrod, sociólogo americano, fez uma descoberta notável acerca da natureza da
cooperação. A verdadeira importância do resultado de Axelrod ainda não foi
devidamente valorizada fora de um grupo restrito de especialistas. Encerra a
potencialidade de alterar não apenas as nossas vidas pessoais, como também o
mundo da política internacional.
Egoísmo psicológico
Magritte
O egoísmo psicológico é uma
teoria da motivação que afirma que todos os nossos desejos últimos se referem a
nós mesmos. Sempre que queremos bem aos outros (ou mal), temos esses desejos
que se referem aos outros apenas instrumentalmente; preocupamo-nos com os
outros apenas porque pensamos que o seu bem-estar influenciará o nosso próprio
bem-estar. Como afirmei, o egoísmo é uma teoria descritiva, não é normativa.
Procura caracterizar o que de facto motiva os seres humanos, mas nada diz sobre
se essa motivação é certa ou errada.
Generalizações e previsões
Van Gogh
"Todos os corvos que até hoje se observaram são negros
Todos os corvos são negros"
A generalização é um tipo muito comum de inferência indutiva,
que estabelece uma conclusão geral como, por exemplo, "os portugueses são
machistas" a partir de casos menos gerais.
domingo, 2 de novembro de 2014
Dedução e indução
Para começar, é comum distinguir
dois tipos diferentes de validade. Para compreender isto, considere-se as
seguintes três inferências:
- Se o ladrão tivesse entrado pela janela da cozinha,
haveria pegadas lá fora; mas não há pegadas lá fora; logo, o ladrão não
entrou pela janela da cozinha.
- O João tem os dedos manchados de nicotina; logo, o
João é um fumador.
- O João compra dois pacotes de cigarros por dia; logo, alguém deixou pegadas na parte de fora da janela da cozinha.
Meios de persuasão
A lógica clássica sugere que o
bom argumento é sólido, ou seja, válido e com premissas verdadeiras. Embora
esta concepção de bom argumento seja útil para modelar muitos tipos de
argumentos, o apelo a premissas verdadeiras ajusta-se mal a muitos contextos
informais, frequentemente caracterizados por crenças hipotéticas e incertas,
por discordâncias profundas sobre o que é verdadeiro e o que é falso, por
afirmações éticas e estéticas que não são facilmente categorizadas como
verdadeiras ou falsas e por contextos variados nos quais hipóteses
completamente diferentes podem ser aceitas ou rejeitadas.
Demonstração e argumentação
"É tão errado pedir demonstrações a um orador como aceitar argumentos meramente persuasivos a um matemático"
Aristóteles
Aristóteles
Uma procura épica da verdade
Logicomix: Uma procura
épica da verdade é um interessante e divertido livro em banda desenhada
que dá a conhecer a vida e a filosofia de Bertrand Russell, a sua procura da verdade e da fundamentação lógica de toda a matemática.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Usar argumentos como meio de investigação
Sherlock Holmes tem de explicar
uma das suas conclusões mais importantes em a Aventura de Silver Blaze:
Estava um cão no estábulo e,
apesar de alguém lá ter estado e ter levado para lá um cavalo, o cão não ladrou
[...] É óbvio que o visitante era alguém que o cão conhecia bem [...]
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