(…) William Graham Sumner resume a essência
do relativismo cultural. Sumner afirma que não há uma medida do certo e do
errado, além dos padrões de uma dada sociedade: “A noção de certo está nos
hábitos da população. Não reside além deles, não provém de origem independente,
para os por à prova. O que estiver nos hábitos populares, seja o que for, está
certo". Suponha-se que tomávamos isto a sério. Quais seriam algumas das
consequências?
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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Lógica informal
Enquanto a lógica formal diz respeito aos argumentos dedutivos e estuda os aspetos formais da argumentação, distinguindo os argumentos válidos dos inválidos pela forma lógica, a lógica informal estuda argumentos cuja validade não depende exclusivamente da sua forma lógica, mas também do conteúdo da argumentação.
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domingo, 27 de outubro de 2013
Acontecimentos e Ações
Edward Hopper
Suponhamos que apanhei o comboio e paguei o meu respectivo bilhete. Durante o percurso vou distraído, pensando nas minhas coisas, sem me dar conta de que brinco com o pedacito do cartão, enrolo-o e desenrolo-o, até que finalmente o atiro descuidadamente pela janela aberta. Nessa altura aparece-me o cobrador e pede-me o bilhete: desespero e provavelmente a multa. Posso apenas murmurar para me desculpar: " Atirei-o da janela...sem me aperceber." O revisor, que é também um pouco filósofo, comenta: "Bom, se não se apercebeu do que estava do que estava a fazer, não pode dizer que o tenha atirado pela janela. É como ele tivesse caído".
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segunda-feira, 14 de outubro de 2013
A atividade crítica da filosofia
Magritte
O que significa
especificamente, dizer que a filosofia faz a 'crítica das nossas crenças'? Para
começar admitamos que a maior parte das nossas crenças sobre questões vitais
como a religião e a moralidade são manifestamente acríticas. Faz uma pausa para
avaliar as tuas crenças sobre estas questões, perguntando-te por que razão
vieste a ter as crenças que tens. Na maior parte dos casos, podemos afirmar com
segurança, irás descobrir que 'não vieste a ter' tais crenças como resultado de
uma reflexão prolongada e séria sobre elas. Pelo contrário, aceitaste-as com
base em alguma autoridade, isto é, um indivíduo qualquer, ou instituição, que
te transmitiu essas crenças. A autoridade pode ser os teus pais, professores,
Igreja ou amigos. Muitas das nossas crenças são impostas pelo que chamamos
vagamente 'sociedade' ou 'opinião pública'. Estas autoridades, regra geral, não
te impõem as suas convicções. Ao invés, absorveste essas crenças a partir do
'clima de opinião' no qual te desenvolveste. Assim, a maior a maior parte das
tuas crenças sobre questões como a existência de Deus ou sobre se por vezes é
correcto mentir são artigos intelectuais em 'segunda mão'.
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sábado, 12 de outubro de 2013
Lógica silogística - exercícios
FICHAS DE TRABALHO - EXERCÍCIOS
(…) Aristóteles serviu-se destas classificações para estabelecer regras para avaliar as inferências. Por exemplo, para que um silogismo seja válido é necessário que pelo menos uma premissa seja afirmativa e que pelo menos uma seja universal; se ambas as premissas forem negativas, a conclusão tem de ser negativa. Na sua totalidade, as regras de Aristóteles bastam para validar os silogismos válidos e para eliminar os inválidos. (…)
A Kenny, História Concisa da Filosofia Ocidental
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013
O que é a argumentação?
Paul Klee
Os argumentos são essenciais, em primeiro lugar, porque são uma forma de tentar descobrir quais os melhores pontos de vista. Nem todos os pontos de vista são iguais. Algumas conclusões podem ser apoiadas com boas razões; outras, com razões menos boas. Mas muitas vezes não sabemos quais são as melhores conclusões. Precisamos de apresentar argumentos para apoiar diferentes conclusões, e depois avaliar tais argumentos para ver se são realmente bons.
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domingo, 15 de setembro de 2013
Atividades diagnósticas
Supõe que trabalhas numa biblioteca,
verificando os livros que as pessoas requisitam, e um amigo te pede para o
deixares roubar uma obra de referência difícil de encontrar que quer possuir.
Podes hesitar em concordar por diversas razões. Podes
recear que ele seja apanhado e que, assim, tanto ele como tu arranjem
problemas. Ou podes querer que o livro fique na biblioteca para que tu próprio
possas consultá-lo.
Mas também podes pensar que aquilo que ele propõe está
errado – que ele não deve fazê-lo e que tu não deves ajudá-lo. Se pensas assim,
o que quer isso dizer, o que torna isso verdadeiro, se é que há algo que o
torne verdadeiro?
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Os temas e as questões da filosofia
terça-feira, 16 de julho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Exame Nacional de Filosofia - 2013 (1ª Fase)
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Teste intermédio de filosofia
terça-feira, 26 de março de 2013
Teste Intermédio de Filosofia
A adesão ao teste intermédio de Filosofia não é consensual.
A oposição ao teste intermédio integra, entre outros, argumentos relativos à natureza dos exames e
às limitações didáticas e pedagógicas decorrentes da existência de avaliação
externa: os exames não são essenciais à aprendizagem e nem sempre constituem os
instrumentos mais adequados e/ ou fiáveis para avaliar as competências
adquiridas pelos alunos; o ensino da filosofia não pode limitar-se à
preparação/ treino dos alunos para a realização de um exame; podemos motivar os
alunos e desenvolver um bom trabalho sem a perspetiva de exame; o problema da
fiabilidade intercorretores pode por (põe) em causa os seus resultados; o teste
intermédio não é essencial para preparar os alunos para exame (sempre se
fizeram exames sem testes intermédios); os testes intermédios constituem um
limite ao exercício da autonomia científica e pedagógica dos professores/
grupos disciplinares nas escolas…
Ora, eu defendo
claramente a existência do teste intermédio na sequência da existência do
exame nacional (exame que deveria ser obrigatório). Integrado no processo de preparação
para exame parece-me importante, tanto do ponto de vista do aluno, como do
professor (há benefício para os alunos e para o professor experimentarem uma
prova externa que antecipa o exame).
Mas a questão que
me parece fundamental é que avaliação externa tem um papel importante,
regulador da qualidade de ensino; ela supõe que se estabeleçam conteúdos
programáticos, que se definam competências a desenvolver e a avaliar, para
todos os alunos, independentemente da escola que frequentam ou do professor que
lhes “calha”. O programa aberto aos percursos, perspetivas, opções e
preferências de cada um propiciou uma ampla liberdade para dar as aulas ao “critério
de cada um”. E este “ficar ao critério de cada um”, como sabemos, pode dar para
o melhor ou para o pior...
A filosofia enquanto
disciplina do ensino secundário precisa de se reabilitar, de ser reconhecida a
sua importância curricular (com um estatuto equiparado às outras disciplinas
consideradas estruturantes), enquanto disciplina que permite desenvolver a capacidade
de argumentar e pensar criticamente.
É claro que o
ensino da filosofia não se deve centrar/ esgotar na preparação dos alunos para o
exame, daí a importância da concordância entre a seleção de conteúdos relevantes e das competências a desenvolver e a
avaliar nas aulas e aquelas que são objeto dos exames.
. H.B.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
domingo, 11 de março de 2012
Preparação 4º Teste
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domingo, 4 de março de 2012
Teste Intermédio Interno
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